sábado, 14 de julho de 2018

CONHEÇA FÁTIMA, O LOCAL DO XII ENCONTRO INTERNACIONAL DAS ENS


TESTEMUNHO DO CASAL SUPER-REGIÃO BRASIL




VEM AÍ O XII ENCONTRO INTERNACIONAL DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA!!!



Tá chegando, pessoal!!!



                      De 16 a 21 de julho, em Fátima (Portugal), acontecerá o XII Encontro Internacional das Equipes de Nossa Senhora.

                      Este encontro reunirá 8.300 equipistas e é de fundamental importância para o estabelecimento das próximas diretrizes do Movimento das ENS em todo o mundo.

                     O Encontro Internacional é uma tradição: de seis em seis anos, os equipistas do mundo inteiro reúnem-se num lugar diferente: Roma, Lourdes, Fátima, Santiago de Compostela, Brasília...E, em todas as vezes, milhares de equipistas se propõem a por-se a caminho  para partilharem a sua vida e a sua vontade de seguir, em casal, o percurso traçado por Jesus.

                     O logotipo para o Encontro Internacional das Equipes de Nossa Senhora é um sinal que nos identifica no tempo e no espaço e que transmite a essência do nosso Movimento. As cores revelam imediatamente a identificação das zonas onde o movimento existe, que são reunidas no Amor e que tem como símbolo um coração limitado pelas cores que estão à volta da Virgem e do Cristo.

                    O  tema geral do Encontro será: "Reconciliação, sinal de amor."




                  Sobre o tema, To e Zé Moura Soares (Casal Responsável ERI) escreve que: "Quando vivemos a experiência do Encontro no nosso meio, na nossa família e na nossa profissão de acordo com a nossa vocação estamos ao mesmo tempo a construir com ELE o seu reino de Amor.

                  Desejamos a todos que o Encontro de Fátima seja lugar, onde o verdadeiro Encontro aconteça ao deixarmos que a Acção de Deus se realize em nós.

                  Ao chegar, o abraço do Pai dar-nos –a, a certeza de sermos ouvidos e acolhidos como filhos através do Seu Amor.

                O amor que jorrará do coração do Pai encher-nos-á, de misericórdia para na nossa condição de pecadores reconhecermos que somos carinhosamente abraçados (LC15,11-32), e que a Sua misericórdia encherá os nossos corações.

               Que a distância seja derrubada pela proximidade entre um Pai e um filho, que o medo dê lugar à coragem, que a alegria substitua a tristeza e que as nossas limitações se transformem na força de filhos de Deus.

              O Amor tudo esquece, tudo compreende e faz de nós pessoas novas para uma vida nova.
Maria que nos abriu a porta de Sua Casa estará sempre presente, como no Princípio, quando gera e nos oferece Jesus, e no fim quando nos entrega o seu Filho Ressuscitado.

              Procuremos imitá-la e deixemos que a graça de Seu Filho nos transforme neste grande Encontro porque a Reconciliação é sempre sinal de Amor.

“Deixemo-nos encorajar pelos sinais de santidade que o senhor nos oferece através dos membros mais humildes deste povo” Gaudete et Exultate, 8

(Fonte: www.ens.org.br)

        Que tenhamos muitos bons frutos desse encontro e que Nossa Senhora do Amor Divino volva seu olhar maternal para todos os participantes!





HOMILIA DOMINICAL

XV DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
(15/07/2018)


PRIORIDADE PASTORAL


   O plano de salvação, apresentado hoje na segunda leitura (Ef. 1,3-14), pode servir, como ponto de partida, para a meditação sobre a liturgia da palavra. S. “Paulo remonta-se ao chamamento eterno dos crentes à salvação, abençoados em Cristo, eleitos “antes da criação do mundo”, predestinados por Deus a que nos tornássemos seus filhos”. Este grandioso desígnio de misericórdia realiza-se por meio de Cristo Jesus; o Seu sangue redime os homens do pecado e confere-lhes “a riqueza da Sua graça. Mas, exige também a colaboração de cada um: a fé e o empenho pessoal para ser, na caridade, santos e irrepreensíveis diante d’Ele.

   Ninguém pode pensar que tal chamada à salvação e à santidade se esgote, atendendo apenas ao próprio bem pessoal; não seria, pois, santidade cristã, que se realiza na caridade de Cristo, que deu a vida para a redenção da humanidade inteira, e na caridade do Pai celestial que abraça todos os homens.

   S. Paulo vai especificando cada uma das bênçãos ou benefícios que estão contidos no projeto (plano) eterno de Deus. A primeira destas bênçãos é a escolha, antes da criação do mundo, daqueles que iam fazer parte da Igreja.

   A escolha tem como fim “sermos santos e imaculados na Sua presença”.

   Com frequência S. Paulo chama aos cristãos “santos” (cf. Rm 1,7; 1 Cor 1,2; Fil. 1,1; Ef.5,26; etc.). São títulos que o cristão se transformou pelo Batismo.

   Todos os batizados são chamados a viver a santidade, como consequência do que realmente são: santos e fiéis. A santidade, portanto, é um presente de Deus que exige, ao mesmo tempo, o empenho do homem para o conseguir e desenvolver. Assim  ensina o Concílio Vaticano II: “É, pois, claro a todos, que os cristãos, de qualquer estado ou ordem, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade. Na própria sociedade terrena, esta santidade promove um modo de vida mais humano. Para alcançar esta perfeição, empreguem os fiéis as forças recebidas segundo a medida em que as dá Cristo, a fim de que, seguindo as Suas pisadas e conformados à Sua imagem, obedecendo em tudo à vontade de Deus, se consagrem com toda a alma à glória do Senhor e ao serviço do próximo. Assim crescerá em frutos abundantes a santidade do povo de Deus, como patentemente se manifesta na história da Igreja, com a vida de tantos santos” (Lúmen Gentium, 40).

A nossa missão de cristãos é proclamar a Realeza de Cristo; anunciá – la com a nossa palavra e com as nossas obras. O Senhor quer os Seus em todas as encruzilhadas da Terra. A alguns, chama-os ao deserto, desentendendo-se das inquietações da sociedade humana, para recordarem aos outros homens, com o seu testemunho, que existe Deus. Encomenda a outros o ministério sacerdotal. A grande maioria, o Senhor a quer no mundo, no meio das ocupações terrenas. Estes cristãos, portanto, devem levar Cristo a todos os ambientes em que se desenvolvem as tarefas humanas: à fábrica, ao laboratório, ao trabalho do campo, à oficina do artesão, às ruas das grandes cidades e às veredas da montanha” ( SãoJosemariaEscrivá, Cristo que passa, 105 ).

   A santidade que recebemos é um dom gratuito de Deus, sem mérito algum de nossa parte, já que ainda não existíamos quando Deus nos escolheu. Comenta São JosemariaEscrivá: “Escolheu-nos antes da constituição do mundo, a fim de sermos santos. Eu sei que isto não te enche de orgulho, nem contribuiu para que te consideres superior aos outros homens. Essa escolha, raiz do teu chamamento, deve ser a base da tua humildade. Costuma levantar-se porventura algum monumento aos pincéis dum grande pintor? Serviram para fazer obras primas, mas o mérito é do artista. Nós – os cristãos – somos apenas instrumentos do Criador do mundo, do Redentor de todos os homens” (Cristo que passa,1).

   Ao terminar o Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II disse que: “espera-nos uma entusiasmante obra de retomada pastoral; uma obra que toca a todos”. E apontando para o Século XXI, afirma: “Como estímulo e orientação comum, desejo apontar algumas prioridades pastorais que a experiência do Grande Jubileu me fez ver com particular intensidade”. Em primeiro lugar, não hesito em dizer que o horizonte para o qual deve tender todo caminho pastoral é a santidade. Terminado o Jubileu, retoma-se o caminho comum; no entanto, apontar a santidade permanece mais que nunca uma urgência da pastoral.

   Por sua vez, o dom se traduz num dever que deve dirigir toda a existência cristã: “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1 Ts 4,3).

   Na verdade, colocar a programação pastoral sob o signo da santidade é uma opção carregada de consequências. Significa exprimir a convicção de que, se o batismo é um verdadeiro ingresso na santidade de Deus mediante a inserção em Cristo e a habitação de seu Espírito, seria um contrassenso contentar-se com uma vida medíocre, pautada por uma ética minimalista e uma religiosidade superficial. Perguntar a um catecúmeno: “Queres receber o Batismo?” Significa ao mesmo tempo pedir-lhe: “Queres fazer-te santo?” Significa colocar em sua estrada o radicalismo do Sermão da Montanha: “Sede perfeitos, como vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48).

   Os caminhos da santidade são variados e apropriados à vocação de cada um. É hora de repropor a todos, com convicção, esta medida alta de vida cristã habitual: toda a vida da comunidade eclesial e das famílias cristãs deve apontar nesta direção. (Cf. Carta Apostólica Novo MillennioIneunte, nº 29-32).

   Ensina Papa Francisco, na Exortação Apostólica Gaudete et Exsultate: “Precisamos de um espírito de santidade que impregne tanto a solidão como o serviço, tanto a intimidade como a tarefa evangelizadora, para que cada instante seja expressão de amor doado sob o olhar do Senhor. Dessa forma, todos os momentos serão degraus no nosso caminho de santificação” ( 31). 

Continua o Papa Francisco: “ Não tenhas medo da santidade. Cada cristão, quanto mais se santifica, tanto mais fecundo se torna para o mundo. Não tenhas medo de apontar para mais alto, de te deixares amar e libertar por Deus. Não tenhas medo de te deixares guiar pelo Espírito Santo. A santidade não te torna menos humano, porque é o encontro da tua fragilidade com a força da Graça. No fundo, como dizia León Bloy, na vida “existe apenas uma tristeza: a de não ser santo” ( cf. números 32, 33 e 34 da referida Exortação Apostólica ).
   Ainda S. Paulo nos diz: “Deus chamou-nos com uma vocação santa, não por causa das nossas obras, mas em virtude do seu desígnio” (2 TM 1,9).

   Assim concluímos com a oração desse domingo: "Ó Deus, que mostrais a luz da verdade aos que erram para retomarem o bom caminho, dai a todos os que professam a fé rejeitar o que não convém ao cristão, e abraçar tudo o que é digno desse nome”.


MONSENHOR JOSÉ MARIA PEREIRA
SCE DA REGIÃO RIO II

sábado, 7 de julho de 2018

HOMILIA DOMINICAL


XIV DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
(08/07/2018)

Basta-te a Minha Graça!



     O Evangelho (Mc 6,1-6) mostra o ministério de Jesus junto às multidões. Em vez da adesão, obtém a rejeição em sua terra natal. Nazaré era a sua casa, a sua pátria, onde viviam os seus parentes e Ele era bem conhecido. E foi rejeitado! Cheios de incredulidade dizem os nazarenos: “Não é Ele o carpinteiro, filho de Mar?" E ficaram escandalizados por causa dele” (Mc 6, 3). Um orgulho secreto, baixo, mesquinho, impede-os de admitir que um como eles, criado à vista de todos e de profissão humilde, possa ser um profeta, e nada mais nada menos que o Messias, o Filho de Deus.

   Este fato é compreensível, porque a familiaridade a nível humano torna difícil ir além e abrir – se à dimensão divina. Eles têm  dificuldade de acreditar que este Filho de um carpinteiro seja Filho de Deus. O próprio Jesus dá como exemplo a experiência dos profetas de Israel, que precisamente na sua pátria tinham sido objeto de desprezo, e identifica – se com eles.

   Devido a este fechamento espiritual, Jesus não pôde realizar em Nazaré “milagre algum. Apenas curou alguns enfermos, impondo – lhes as mãos” ( Mc 6, 5 ). Com efeito, os milagres de Cristo não são uma exibição de poder, mas sinais de amor de Deus, que se realiza onde encontra a fé do homem na reciprocidade. Escreve Orígines: “Do mesmo modo que para os corpos existe uma atração natural da parte de uns para com os outros, como o ferro atrai o ímã... também tal fé exerce uma atração sobre o poder divino” ( Comentário ao Evangelho de Mateus 10, 19 ).

   E Jesus não fez ali milagres: não porque Lhe faltasse poder, mas como castigo da incredulidade dos seus concidadãos. Deus quer que o homem use da graça oferecida, de sorte que, ao cooperar com ela, se disponha a receber novas graças. É o que expressa Santo Agostinho: “Deus que te criou sem ti, não te salvará sem ti.”

    O que aconteceu em Nazaré pode acontecer também hoje na Igreja e com cada um de nós. É a falta de fé, incapaz de lançar uma luz superior sobre as pessoas e os acontecimentos. Foi com esses olhos da fé que S. Paulo encarava o seu ministério apostólico (2 Cor 12, 7-10). Sentia em si a fraqueza, o pecado. Recebeu, porém, de Deus uma resposta: “Basta-te a minha graça, pois é na fraqueza que a força se manifesta”. Ao contar com a ajuda de Deus, tornava-se mais forte e isso fez que Paulo exclamasse: “Eis porque eu me comprazo nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias sofridas por amor a Cristo. Pois, quando eu me sinto fraco, é então que sou forte” (2 Cor 12, 10). Na nossa fraqueza, experimentamos constantemente a necessidade de recorrer a Deus e à fortaleza que nos vem dele. Quantas vezes o Senhor nos terá dito na intimidade do nosso coração: Basta-te a minha graça, tens a minha ajuda para venceres nas provas e dificuldades!

    Por outro lado, as próprias dificuldades e fraquezas podem converte-se num bem maior. São Tomás de Aquino explica que Deus pode permitir algumas vezes certos males de ordem moral ou física para obter bens maiores ou mais necessários. O Senhor nunca nos abandonará no meio das provocações. A nossa própria debilidade ajuda-nos a confiar mais, a procurar com maior presteza o refúgio divino, a pedir mais forças, a ser mais humildes: “Senhor, não te fies de mim! Eu, sim, é que me fio de Ti. E ao vislumbrarmos na nossa alma o amor, a compaixão, a ternura com que Cristo Jesus nos olha – porque Ele não nos abandona -, compreenderemos em toda a sua profundidade as palavras de Apóstolo: “… a força se manifesta na fraqueza! (2 Cor 12, 9); com fé no Senhor, apesar das nossas misérias, seremos fiéis ao nosso Pai – Deus, e o poder divino brilhará, sustentando-nos no meio da nossa fraqueza” (São Josemaria Escriva, Amigos de Deus, nº 194).

    Basta-te a minha graça. São palavras que o Senhor dirige hoje a cada um de nós para que nos enchamos de fortaleza ante as provas que tenhamos pela frente.

   Quando a tentação, os contratempos ou o cansaço se tornarem maiores, o demônio tratará de insinuar-nos a desconfiança, o desânimo, o descaminho. Por isso, devemos hoje aprender a lição que São Paulo nos dá: nessas situações, Cristo está especialmente presente com a sua ajuda; basta que recorramos a Ele.


Mas, ao mesmo tempo, o Senhor pede que estejamos prevenidos contra a tentação e que lancemos mão dos meios ao nosso alcance para vencê-la: a oração e a mortificação voluntária; a fuga das ocasiões de pecado, pois “aquele que ama o perigo nele perecerá!" (Eclo 3, 27); exercer com dedicação o trabalho, pelo cumprimento exemplar dos deveres profissionais; horror a todo o pecado, por pequeno que possa parecer; e, sobretudo, o esforço por crescer no amor a Cristo e a Nossa Senhora.


   Podemos tirar muito proveito das provas, tribulações e tentações, pois nelas demonstramos ao Senhor que precisamos dEle e o amamos.

   Quanto maior for a resistência do ambiente ou das nossas próprias fraquezas, mais ajudas e graças Deus nos dará. Pois, assim a tentação nos conduzirá à oração, à união com Deus e com Cristo: não será uma perda, mais um lucro; “sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8, 28).

   Quanto maior for a resistência do ambiente ou das nossas próprias fraquezas, mais ajudas e graças Deus nos dará. E a nossa Mãe do Céu estará sempre muito perto de nós nesses momentos de maior necessidade: não deixemos de recorrer à sua proteção maternal.

   Aprendamos de Maria, nossa Mãe na fé, a reconhecer na humanidade de Cristo a perfeita Revelação de Deus.

MONSENHOR JOSÉ MARIA PEREIRA
SCE REGIÃO RIO II

terça-feira, 3 de julho de 2018

EXPANSÃO PARA TRÊS RIOS



"...e vós, lançai as redes para a pesca..." 
Lc 5,4b


    
Há alguns anos, ouvi de um equipista que o Movimento das Equipes de Nossa Senhora fazia tão bem ao seu matrimônio que considerava um pecado não apresentar a outros casais as suas maravilhas.
"Os equipistas querem que outros casais conheçam o Movimento porque estão persuadidos de que ele pode ajudar muitos casais, nos dias de hoje, a descobrir e seguir o Cristo." (Guia das Equipes de Nossa Senhora, pág. 42.)

O Setor Itaipava, de forma coordenada, organizada e estruturada no rigor do que nos pedem os documentos das ENS, iniciou a expansão do Movimento, na cidade de Três Rios, RJ, com dois grupos com sete casais de experiência comunitária.
Tudo começou de um anseio dos casais daquela cidade em conhecer e participar do Movimento das ENS. Tal anseio teve o acolhimento do CRR RIO II, Janete e Marco Antônio, que realizou uma reunião de informação explicando aos casais a proposta, os objetivos e métodos em reunião na Paróquia de Santa Luzia, região central de Três Rios.




                Registramos, nesta oportunidade, as atividades do dia 1º de julho de 2018, com a reunião dos casais com seus respectivos Casais Coordenadores da Experiência Comunitária, Adriana e Ivandro, Roseli e Aguinaldo, fazendo-se presente, desta vez, o CRS Itaipava, Paulane e Roney, que, ao final da Missa na Paróquia de Santa Luzia, apresentaram à comunidade entrerriense a proposta do Movimento, testemunhando a alegria de ser equipista.

Vejam mais fotos! 












sábado, 30 de junho de 2018

REUNIÃO DO COLEGIADO DA PROVÍNCIA LESTE


REUNIÃO DO COLEGIADO DA PROVÍNCIA LESTE






         Ocorreu nos dias 16 e 17 de junho a reunião do Colegiado da Província Leste, cujo CRP é Leila e Fernando. O encontro se deu na cidade de Petrópolis, sendo o colegiado acolhido pelo CRR Rio II, Janete e Marco Antônio.  


         A Província Leste abrange as Regiões de equipes dos estados do Rio de Janeiro, do Espírito Santo e de Minas Gerais. 
      
        E qual é o papel das PROVÍNCIAS no Movimento das Equipes de Nossa Senhora?

       Abaixo, reproduzimos alguns textos extraídos do Manual das ENS para conhecermos um pouco mais sobre esse tema.


    Uma equipe não pode viver isolada. Ela funciona, em primeiro lugar, graças ao engajamento de seus membros e, depois, porque ela é ajudada e nutrida pelo Movimento com o qual vive em comunhão.

         O Movimento das Equipes de Nossa Senhora possui uma organização destinada a coordenar, animar, apoiar, servie e manter a unidade. Essa unidade é constituída e formada pelo desejo de progredir juntos na fidelidade ao espírito e aos métodos.

     Uma Província engloba algumas ou várias Regiões. No Brasil as Regiões foram agrupadas em oito Províncias, cada uma sob a responsabilidade de um casal denominado Casal Responsável de Província que também possui uma equipe de trabalho que é constituída pelos Casais Responsáveis de Região além do Sacerdote Conselheiro Espiritual. O Casal Responsável de Província é escolhido depois de um discernimento dentro da Equipe da Província para exercer o serviço durante cinco anos.



Veja mais fotos da reunião...














O Poderoso fez em mim maravilhas e santo é o seu nome!!!