quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

PRÉ-EACRE 2014 e MISSA MENSAL SETOR ITAIPAVA

No domingo passado, foi realizado o pré-eacre Setor Itaipava, um momento de muita formação.



















            Missa celebrada por Monsenhor José Maria



                                        Os novos CRE's tomaram posse logo após a missa.
                            Mirian e Henrique Ponte - Equipe 01 Nossa Senhora do Amor Divino


                                  Roseli e Aguinaldo Equipe 2 Nossa Senhora do Amor Divino



                                    Ane e Doca Equipe Equipe 4 Nossa Senhora Rainha da Paz.

                                     Fernanda e Elisandro Equipe 6 Nossa Senhora das Graças


                                          Bia e Felipe Equipe 7 - Nossa Senhora de Fátima



                                      Priscila e Eduardo Equipe 8 Nossa Senhora de Guadalupe.








sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Homilía Dominical dia 14/12/2014 - Jo 1,6-8.19-28



Verdadeira Alegria
Mons. José Maria Pereira





Aproximando-se o dia de Natal a Liturgia faz um convite à alegria! “Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos” (Fl 4, 4-7), exorta S. Paulo.
Celebramos o Domingo da Alegria! Diz o Profeta Isaías: “Exulto de alegria no Senhor...” (Is 61,10). Nossa alegria está no Senhor!
            A fonte da alegria cristã é a certeza de que Deus nos ama e está no meio de nós com uma proposta de salvação e de felicidade.
            Todos os domingos do Advento se caracterizam pela insistência sobre o tema da salvação; mas no III domingo o faz de modo particular. Na primeira leitura, o profeta Isaías canta: “Exulto de alegria no Senhor e minha alma regozija-se em meu Deus”. No Salmo responsorial, ouvimos essas palavras ecoando no Magnificat de Maria: Meu espírito exulta de alegria em Deus, meu Salvador.
            O trecho evangélico (Jo 1,6-8.19-28) diz que João Batista veio “como testemunha da luz”, isto é, como anunciador da salvação.
            Se nós também, como João Batista, queremos ser-lhe testemunhas de salvação, devemos antes desejá-la como a desejaram os profetas, conhecê-la e saborear-lhe todas as riquezas; devemos, sobretudo, aprender a conhecer a fonte da qual ela nasce: Jesus Cristo, Filho de Deus e Salvador.
            São Paulo (1Ts 5,16-22) lembra-nos precisamente a missão de bondade e de alegria confiada aos cristãos: “Irmãos, vivei sempre na alegria... Avaliai tudo, mantendo o que é bom. Afastai-vos de toda espécie de maldade”. Não são reprováveis apenas as más ações, mas também a omissão de tantas obras boas que não se concretizam por egoísmo, por frieza ou indiferença para com o próximo necessitado. Mas, para se estar sempre disposto a fazer bem a todos, é preciso viver em comunhão com Jesus, deixando-se arrastar pelos Seus sentimentos de bondade, de amor e de misericórdia. E a oração é o momento culminante desta comunhão, como afirma o Apóstolo: “Orai sem cessar” (1Ts 5,17).
A alegria do Advento e a de cada dia é porque Jesus está muito perto de nós.A alegria cristã não é uma atitude passageira de festas humanas, mas um estado permanente, de quem confia que a vida cristã é uma caminhada ao encontro do Senhor que vem. A alegria é um dos sinais da presença de Deus no coração de uma pessoa.
“Alegra-te, cheia de graça, porque o Senhor está contigo”, diz o Anjo a Maria. A causa da alegria na Virgem é a proximidade de Deus. E o Batista, ainda não nascido, saltará de alegria no seio de Isabel ante a proximidade do Messias. E o Anjo dirá aos pastores: Não temais, trago-vos uma boa nova, uma grande alegria que é para todo o povo, pois nasceu-vos hoje um salvador...” (Lc 2, 10-11). A alegria é ter Jesus, a tristeza é perdê-lo.
Jesus, após a Ressurreição, aparecerá aos seus discípulos em diversas ocasiões. E o evangelista irá sublinhando repetidas vezes que os Apóstolos “se alegraram vendo o Senhor” (Jo 20,20). Eles não esquecerão nunca esses encontros em que as suas almas experimentaram uma alegria indescritível.
Poderemos estar alegres se o Senhor estiver verdadeiramente presente na nossa vida, se não o tivermos perdido, se não tivermos os olhos turvados pela tibieza ou pela falta de generosidade. Quando, para encontrar a felicidade, se experimentam outros caminhos fora daquele que leva a Deus, no fim só se acha infelicidade e tristeza. Fora de Deus não há alegria verdadeira. Não pode havê-la. Encontrar Cristo, ou tornar a encontrá-lo, é fonte de uma alegria profunda e sempre nova.
O cristão deve ser um homem essencialmente alegre. Mas a sua alegria não é uma alegria qualquer, é a alegria de Cristo, que traz a justiça e a paz, e que só Ele pode dar e conservar, porque o mundo não possui o seu segredo.
A alegria do mundo procede de coisas exteriores: nasce precisamente quando o homem consegue escapar de si próprio, quando olha para fora, quando consegue desviar o olhar do seu mundo interior, que produz solidão porque é olhar para o vazio. O cristão leva a alegria dentro de si, porque encontra a Deus na sua alma em Graça. Esta é a fonte da sua alegria! Não nos é difícil imaginar a Virgem Maria, nestes dias do Advento, radiante de alegria com o Filho de Deus no seu seio. A alegria do mundo é pobre e passageira. A alegria do cristão é profunda e capaz de subsistir no meio das dificuldades. É compatível com a dor, com a doença, com o fracasso e as contradições. “Eu vos darei uma alegria que ninguém vos poderá tirar” (Jo 16,22), prometeu o Senhor. Nada nem ninguém nos arrebatará essa paz gozosa, se não nos separarmos da sua fonte.
A nossa alegria deve ter um fundamento sólido. Não se pode apoiar exclusivamente em coisas passageiras: notícias agradáveis, saúde, tranqüilidade, situação econômica desafogada, etc., coisas que em si são boas se não estiverem desligadas de Deus,mas que por si mesmas são insuficientes para nos proporcionarem a verdadeira alegria.
O Senhor pede que estejamos sempre alegres! Só Ele é capaz de sustentar tudo na nossa vida. Não há tristeza que Ele não possa curar: “Não temas, mas apenas crê” (Lc 8,50), diz-nos o Senhor.
Fujamos da tristeza! Uma alma triste está à mercê de muitas tentações. Quantos pecados se têm cometido à sombra da tristeza!Por outro lado, quando a alma está alegre, abre-se e é estímulo para os outros; quando está triste obscurece o ambiente e faz mal aos que tem à sua volta.
A tristeza nasce do egoísmo, de pensarmos em nós mesmos esquecendo os outros. Quem anda excessivamente preocupado consigo próprio dificilmente encontrará a alegria da abertura para Deus e para os outros. Em contrapartida, com o cumprimento alegre dos nossos deveres, podemos fazer muito bem à nossa volta, pois essa alegria leva a Deus.
A Igreja tem razão de alegra-se neste tempo do Advento por “estar revestida das vestes da salvação, envolvida com o manto da justiça”. Mas isto não é suficiente; ela deve fazer germinar a salvação diante de todos os povos “como um jardim faz germinar as sementes”; deve ser fermento de vida entre os homens. É nosso dever de cristãos. O Advento nos faz recordar e a Eucaristia nos renova a certeza, para que saibamos proclamá-la aos irmãos que estão vivendo na tristeza, “sentados à sombra da morte”.
“Dentro de pouco, de muito pouco, Aquele que vem chegará e não tardará” (Hb 10,37), e com Ele chegarão a paz e a alegria; em Jesus encontraremos o sentido da nossa vida.
Que a nossa alegria seja um testemunho muito forte de que Cristo já está no meio de nós.



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Reunião Equipe 02 Nossa Senhora do Amor Divino

Na sexta-feira (05) passada foi realizada a nossa reunião de balanço e confraternização na casa do casal Roberta e Marcelo.
Para nossa surpresa e felicidade recebemos a visita de Dom Gilson Andrade trazido pelo nosso SCE Monsenhor José Maria.






sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Reunião Equipe Nossa Senhora de Fátima

Dia 02 foi realizada a reunião Equipe Nossa Senhora de Fátima, uma equipe nova que nos enche de esperança e alegria para o futuro do setor.




 Pe. Brandão vestiu literalmente a camisa do movimento das ENS.

















 




















Nossa Senhora de Fátima, rogai por nós!




CONFRATERNIZAÇÃO SETOR ITAIPAVA

No dia 30 de novembro foi realizada a confraternização do nosso querido Setor Itaipava, num clima de muita unidade e alegria.


















quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Homilía Dominical dia 07/12/2014 - Mc 1,1-8



O Espírito do Batista!
Mons. José Maria Pereira





Advento! Tempo de se preparar para acolher o Senhor que vem! Por mais escuro que esteja o horizonte à nossa frente, precisamos acreditar que dias melhores virão, pois Deus é fiel e não abandona seu povo.
            No segundo domingo do Advento, João Batista aparece como uma voz no deserto, fazendo um apelo à conversão, para preparar o caminho do Senhor!
            Na linha da pregação de João Batista (cf. Mc 1, 1-8), acodem-me à mente as palavras do Profeta Isaías: “Uma voz exclama: abri no deserto um caminho para o Senhor  [...]. Que todo vale seja aterrado, que toda montanha e colina sejam abaixadas... Subi a uma alta montanha, para anunciar a boa nova a Sião. Elevai com força a voz..., dizei às cidades de Judá: “Eis o vosso Deus!” (Is 40, 1-5.9-11).
            Marcos e Isaías falam da mesma pessoa, porque “o nosso Deus” é um só e porque em Jesus Cristo é Deus mesmo que “visitou o seu povo” (Lc 7,16).
            Está na hora de retomar a boa notícia sobre Jesus Cristo, Filho de Deus, para gritá-la com força (é o sentido do Kerigma!) em Jerusalém e nas cidades de Judéia, isto é, na Igreja e fora da Igreja.
            João Batista nos oferece um esplêndido exemplo de proclamação do Evangelho. O que o Batista compreendeu a respeito de Jesus é que se trata de alguém de que ele não é sequer digno de aproximar-se para desatar-lhe as sandálias; que é “o mais forte”, aquele que batizará no Espírito Santo e que desafiará, por assim dizer, o mundo a ferro e fogo!
            João Batista teve a capacidade de fazer sentir Cristo “perto”, às portas (Jo 1,26), como alguém que está “no meio” dos homens e não como uma abstração mental; como alguém que já tem na mão a pá (Mt 3,12) e se apresenta para atuar o juízo, por isso não há mais tempo a perder. A força de seu anúncio estava em sua humildade (Jo 3,30): Importa que ele cresça e eu diminua, em sua austeridade e em sua coerência.
            Hoje precisamos de anúncios inspirados e corajosos, como os de Isaías e de João Batista; diante deles o mundo não poderia ficar insensível, como acontece quando se fala de Jesus Cristo só com sabedoria de palavras, com livros que não acabam mais, mas sem a força e sem a coerência de vida.
Toda a essência da vida de João, desde o seio materno, esteve subordinada a essa missão! João se entrega totalmente nessa missão, dedicando-se a ela, não por gosto pessoal, mas por ter sido concebido para isso. E vai realizar a sua missão até o fim, até dar a vida, no cumprimento da sua vocação.
            Foram muitos os que conheceram Jesus graças ao trabalho apostólico do Batista. Os primeiros discípulos seguiram Jesus por indicação expressa dele e muitos outros se prepararam interiormente para segui-Lo,, graças à sua pregação.
            É bela a Vocação de João Batista! A vocação abarca a vida inteira e leva a fazer girar tudo em torno da missão divina. Cada homem, no seu lugar e dentro das suas próprias circunstâncias, tem uma vocação dada por Deus; de que ela se cumpra dependem outras coisas queridas pela vontade divina!
            “Eu sou a voz que clama no deserto!” João Batista não é mais do que a voz, a voz que anuncia Jesus. Essa é a sua missão, a sua vida, a sua personalidade. Todo o seu ser está definido em função de Jesus, como teria que acontecer na nossa vida, na vida de qualquer cristão. O importante da nossa vida é Jesus!
            À medida que Cristo se vai manifestando, João procura ficar em segundo plano, ir desaparecendo. Dizia São Gregório: “João Batista perseverou na santidade porque se conservou humilde no seu coração.”
            Como precursor, indica-nos o caminho que devemos seguir! Na ação apostólica pessoal- enquanto preparamos os nossos amigos para que encontrem o Senhor-, devemos procurar não ser o centro. O importante é que Cristo seja anunciado, conhecido e amado.
            Sem humildade, não poderíamos aproximar os nossos amigos de Deus. E então a nossa vida ficaria vazia.
            Não somos apenas precursores! Somos  também testemunhas de Cristo. Recebemos, com a graça batismal e a Crisma, o honroso dever de confessar a fé em Cristo, com as nossas ações e com a nossa palavra.  Que tipo de testemunhas nós somos? Como é o nosso testemunho cristão entre os nossos colegas, na família?
            Temos que dar testemunho e , ao mesmo tempo, apontar aos outros o caminho. “Também conduzir-nos de tal maneira que, ao ver-nos, os outros possam dizer: este é cristão porque não odeia, porque sabe compreender, porque não é fanático, porque está acima dos instintos, porque é sacrificado, porque manifesta sentimento de paz, porque ama” (É Cristo que passa, nº 122).
            Nesse tempo do Advento, encontramos muitas pessoas olhando em outra direção, de onde não virá ninguém; ou onde outros estão debruçados sobre os bens materiais, como se fossem o seu último fim; mas eles jamais satisfarão o seu coração!  Cabe a nós apontar-lhes o Caminho. A todos! Diz-nos Santo Agostinho: “Sabeis o que cada um de nós tem que fazer em casa, com o amigo, com o vizinho, com os dependentes, com o superior com o inferior. Não queirais, pois, viver tranquilos até conquistá-los para Cristo, porque vós fostes conquistados por Cristo.”
            A nossa família, os amigos, os colegas de trabalho, as pessoas que vemos com frequência, devem ser os primeiros a beneficiar-se  do nosso amor por Deus. Com o exemplo e com a oração, devemos chegar até mesmo àqueles com quem não temos ocasião de falar habitualmente, porém, não devemos nos esquecer que é a graça de Deus, não as nossas forças humanas, que consegue levar as almas ao Senhor!
            Que o Senhor nos ilumine para descobrirmos, em nossa vida, quais as estradas tortuosas temos que endireitar para chegar até Ele.  E quais os vales a preencher na vida profissional, na vida espiritual, na vida familiar, na vida de comunidade?
            Possamos perceber que temos que abaixar nosso orgulho, nossa auto-suficiência!
            Deus quer servir-se de nós para preparar os homens de hoje para a vinda de Cristo no Natal desse ano.

            Temos o mesmo espírito de João Batista?