sexta-feira, 31 de maio de 2013

NOSSA SENHORA DO AMOR DIVINO


Nossa Senhora do Amor Divino


Nossa Senhora do Amor Divino traz o Espírito Santo em seu coração.
Quando a sombra do Espírito Santo paira sobre ela, realiza-se o Mistério da Encarnação e ela se torna a Mãe de Deus, Arca da Nova Aliança.
Mas, antes disso, ela já era cheia de graça e Deus estava com ela. O Espírito já habitava a sua alma puríssima desde a sua concepção. O Espírito Santo já preenchia a sua alma com a graça de Deus, com as virtudes sobrenaturais da fé, esperança e caridade, da prudência, justiça, fortaleza e temperança. A sua alma já estava cheia dos dons e frutos do Espírito Santo.
Nossa Senhora do Amor Divino, cheia do Espírito Santo, é modelo de vida e santidade cristã; é medianeira de todas as graças, para que também nós sejamos povo de santidade, na obediência à Palavra de Deus.
Nossa Senhora do Amor Divino quer santificar nossas famílias, nossas comunidades, pastorais e movimentos, para que sejam fonte de luz e graça de Deus para todos.
Nossa Senhora do Amor Divino, com o coração cheio do Espírito Santo é a mulher nova, conforme a profecia de Ez 36, que anuncia uma nova efusão do Espírito Santo e um Israel com coração novo, cheio de zelo pelo Senhor.
Se Jesus é o primogênito entre muitos irmãos (Rm 8), Nossa Senhora do Amor Divino é a mãe dessa família nova, de homens e mulheres de fé,
 amor e zelo pelas coisas de Deus.
Nossa Senhora do Amor Divino nos quer povo de fervorosa busca de santidade na obediência à vontade de Deus; de comunhão, na caridade e edificação fraterna; de missão, pelo testemunho de vida, pelo testemunho das razões de nossa esperança, pelo anúncio explícito da Boa Nova e pelas obras de misericórdia.

HOMILIA DOMINICAL PARA CASAIS - 02/6/2013

Saber Pedir
Mons. José Maria Pereira

            O Evangelho (Lc 7, 1-10) apresenta-nos a figura de um centurião que é modelo de muitas virtudes: fé, humildade, confiança no Senhor.
            Este centurião é também para nós um exemplo de homem que sabe pedir. A fé deste homem arrancou a admiração de Jesus, porque se diz que “Jesus ficou admirado”.
            É uma fé humilde. A humildade deste homem é verdadeiramente surpreendente e transparece em tantos particulares (Não só nas famosas palavras: Eu não sou digno..., antes de tudo da relação que há entre ele e seu servo: aquele servo não é uma coisa, mas uma pessoa, um amigo(“a quem prezava”); por ele, se dispõe pessoalmente, e esta é humildade, da melhor qualidade! Indica que, também na vida, ele não é um homem que olha os outros do alto de seu cargo, não faz pesar sua superioridade, mas sabe colocar-se ao lado dos mais humildes. Em segundo lugar, ele não vai pessoalmente a Jesus, porque, como pagão, se considera indigno de comparecer à sua frente.
            É a própria fé deste homem que é humilde; tem uma fé  capaz de deslocar montanhas, e não o percebe, aliás, parece até se envergonhar, porque tenta justificá-la. Como se dissesse: nenhum mérito há de minha parte em crer que tu podes curar meu servo; vejo como me obedecem meus súditos!
            Mas exatamente aqui está o milagre de sua fé que arranca a admiração de Jesus: “Também eu estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: Vai, ele vai; e a outro: Vem! ele vem; e ao meu empregado: Faze isto!, ele o faz” (Lc 7, 8). A lógica é clara: ele responde pelos próprios atos diante de seu superior, este por sua vez ao governador local, que por fim responde a César, em Roma. A autoridade que se espera seja exercida por Jesus se encontra nas mesmas condições. A argumentação é notável!
            Este homem entendeu – certamente pelo dom do Espírito Santo – que os milagres de Jesus brotam de sua obediência ao Pai e isto, em Israel, não o tinha entendido ninguém, nem mesmo os discípulos mais íntimos! Entende-se por que Jesus ficou comovido.
            O ensinamento mais importante desse texto evangélico é a fé do centurião; a qualidade daquela fé! É uma fé humilde, sim, mas corajosa; dir-se-ia até mal-educada, indiscreta, segura demais de si, se isto não resultasse que a Jesus agradava exatamente assim: “Em verdade, vos digo: se alguém disser a esta montanha: arranca-te e joga-te no mar, sem duvidar no coração, mas acreditando que vai acontecer, então acontecerá” (Mc 11,23). O dito de Jesus quer dizer que a fé faz superar todos os obstáculos; que entre o que Deus pede ao homem com a fé e aquilo que ele está disposto a lhe dar há a mesma desproporção que existe entre um grãozinho de mostarda e um monte que se desloca.
            O centurião colocou seu servo nas mãos de Jesus; sabia que não podia fazer outra coisa a não ser o bem: e voltando para a casa do centurião os que haviam sido enviados, encontraram o servo curado.
            Eis o ensinamento do Evangelho de hoje: crer de maneira simples e corajosa, ousar muito em matéria de fé, pedir “sem duvidar.”
            Nossa fé é, muitas vezes, extremamente intelectual, muito cerebral; consiste em crer que aquilo que Deus falou seja verdadeiro(crer na veracidade de Deus), mas não em crer que o que prometeu acontecerá (crer no poder de Deus). Enfim, falta-nos a fé nos milagres.

            Revistamo-nos da humildade do centurião com aquelas palavras que ele foi o primeiro a dizer e que atravessaram os séculos até nós: Senhor, não sou digno; mas abracemos também sua fé: Dize somente uma palavra e eu ficarei curado.

Benção para gestante

 Partilhamos o momento da benção que Monsenhor José Maria concedeu ao CRE - Paulane e Roney - antes do nascimento da pequena Lara.
Pais e padrinhos receberam a benção!!!


ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DO BOM PARTO

O Maria Santíssima, vós, por um privilégio especial de Deus, fostes isenta da mancha do pecado original, e devido a este privilégio não sofrestes os incômodos da maternidade, nem ao tempo gravidez e nem ao parto; mas compreendeis perfeitamente as angústias e aflições das pobres mães que esperam um filho, especialmente nas incertezas do sucesso ou insucesso do parto.
Olhai por mim, vossa serva, que na aproximação do parto, sofro angústias e incertezas.
Dai-me a graça de ter um parto feliz. 
Fazei que meu bebê nasça com saúde, forte e perfeito.
Eu vos prometo orientar me filho sempre pelo caminho que vosso filho, Jesus, traçou 
para todos os homens o caminho do bem.
Virgem Mãe do Menino Jesus, agora me sinto mais calma e mais tranquila porque já sinto a vossa maternal proteção.
Nossa Senhora do Bom Parto, Rogai por mim!

A paz de Jesus,
Ane e Doca - Equipe 04 

MUITO OBRIGADO!


Agradecemos a todos os casais equipistas pelo sucesso compartilhado do nosso BLOG ENS SETOR ITAIPAVA!
Deus seja louvado por nossa missão evangelizadora.
Grande abraço,
Roseli e Aguinaldo
CRS

sábado, 25 de maio de 2013

MARIA VISITA - Equipe 02 (Nossa Senhora do Amor Divino) e Equipe 04 (Nossa Senhora Rainha da Paz)

Casal Ligação: MIRIAN e LUIZ HENRIQUE (EQUIPE 01)
Casal anfitrião: ROSELI e AGUINALDO (EQUIPE 02)
Equipes ligadas: EQUIPE 02 e EQUIPE 04
Maria nos ensina a amar e servir como Jesus
Na noite do dia 24/05/2013, realizamos o Maria Visita entre as Equipe 02 e 04, tendo como Casal Ligação Mirian e Luiz Henrqiue.
Após as boas vindas do casal ligação iniciamos com a oração do Magnificat, pedindo as bênçãos para nosso Movimento das ENS e as graças marianas sobre as famílias dos casais equipistas do Setor Itaipava.
Meditamos o Evangelho de São Lucas 1, 39-56 – Visitação de Maria a Isabel.
Após realizamos a partilha da Palavra proclamada.
Recebemos a mensagem trazida pelo Casal Ligação:
Ø  Casal Ligação: Maria anuncia uma alegria, mas serve discretamente a quem anuncia. As últimas palavras do Evangelho referem um detalhe muito importante deste acontecimento: o serviço de Maria a Isabel. Ao nos fixarmos em Maria neste “plano de anúncio”, recordemos que a alegria de termos fé, de conhecermos Jesus, se manifesta por visitações a outras pessoas, a quem, mais do que belas palavras, podemos servir. Se somos chamados a ser «visita de Deus», como Maria, levando Jesus aos nossos irmãos, teremos de ser como Isabel, a mulher capaz de reconhecer esta visita e de exaltar aquela que «acreditou no cumprimento de tudo quanto lhe foi dito da parte do Senhor».
Após mensagem dada, cada casal equipista foi convidado a fazer uma breve leitura sobre a figura de Nossa Senhora nos Evangelhos e sua participação como medianeira das graças vindas de Jesus Cristo, seu filho. Ao final rezávamos uma AVE – MARIA e meditávamos a leitura com uma canto mariano.  
Oração final
Ó grande Mãe de Deus, proponho-me sempre a imitar os vossos santos exemplos e especialmente o vosso espírito de oração. Vós, porém, que conheceis a minha fraqueza e inconstância no bem, ajudai-me pela vossa intercessão. Fazei-me pontual em recomendar-me sempre a vós e a vosso Filho em todas as minhas necessidades, sobretudo nos perigos de ofender o meu Senhor. Minha Rainha, atendei-me; fazei-o pelo grande amor que tender a Jesus Cristo. Amém!
Agradecemos a Deus por este momento, por termos dado SIM em estarmos juntos rezando e louvando a DEUS por sua serva fiel: MARIA.
Um grande abraço,
Roseli e Aguinaldo.



quinta-feira, 23 de maio de 2013

TESTEMUNHANDO...


EXPERIÊNCIA COMUNITÁRIA: UM SERVIÇO DE AMOR

Casais da Experiencia Comunitária com seu SCE
         Com grande alegria recebemos de Deus o presente de sermos casais integrantes das Equipes de Nossa Senhora. Com grande alegria no último dia 19/05/2013 participamos da oitava reunião da Experiência Comunitária/2012, coordenada pelo jovem casal Carla e Paulinho Cleffs.
O casal anfitrião, Eliene e Gustavo, recebeu a todos com muita alegria! E, logo no início da reunião, deram as boas vindas, acolhendo-nos com amor e carinho em sua casa. Todos os casais participantes da Experiência Comunitária estavam presentes.
Momento da Partilha 
A reunião foi uma benção! Os casais, muito comprometidos com a proposta do Movimento, deram testemunhos, partilharam suas alegrias, suas dificuldades e acima de tudo a redescoberta do matrimônio a partir desta vivência comunitária, assumindo-o e procurando transformá-lo no dia-a- dia.

É bom estarmos juntos!
O SCE Pe. Alexandre Brandão, nos brindou, mais uma vez com sua presença, nos dando a certeza de que o Cristo estava entre nós!
Não temos dúvida de que neste encontro os casais tiveram uma verdadeira experiência de Deus.     
Aguinaldo e Roseli com SCE Pe. Alexandre Brandão

O momento da leitura e reflexão da Palavra (Jo 1, 35-50) foi conduzido pelo SCE Pe. Alexandre Brandão, que nos agraciou com uma meditação vivenciada, exortando-nos quanto a crermos em Jesus de Nazaré. Salientou que não podemos deixar transparecer a preguiça na vida do casal, na busca do Cristo. " - Não podemos deixar as coisas de Deus para depois." – Enfatizou. E mais, disse-nos que quem tem a obrigação de responder quem é Jesus para o mundo somos nós, casais cristãos! O SCE ainda nos disse que a experiência de fé faz-nos dar testemunho, faz-nos vivenciar que Jesus é o salvador, é o Filho do Homem! E devemos cada vez mais buscarmos na Palavra conhecer o Cristo.  Aconselhou-nos que devemos ter nossa unidade de vida baseada no pensamento, na Palavra e em nossas obras.  Finalizou dizendo que devemos saber quem é Deus e quem é o homem, diante destas certezas, devemos crer que Jesus é o verdadeiro Mediador – pois dialoga com o Pai, nos consagra na verdade e nos garante a vinda do Espírito Santo.
Vinde Espírito santo!
 Ao final da reunião tivemos a renovação do sacramento do matrimônio, com um momento forte de oração.
Momento da renovação das promessas matrimoniais
Demos graças a Deus pelo SIM de casais comprometidos com a propostas das ENS, que – com seu serviço – oferecem aos casais uma opção de darem continuidade a vida comunitária cristã.
Muito obrigada à Carla e Paulinho Cleffs.
A reunião foi uma benção! Nos restaurou, nos revigorou!
Como é linda nossa família!

quarta-feira, 22 de maio de 2013

HOMILIA PARA CASAIS - 26/05/2013

Santíssima Trindade
Mons. José Maria Pereira
Depois de ter celebrado os mistérios da Salvação, desde o nascimento de Cristo (Natal) até a vinda do Espírito Santo (Pentecostes), a liturgia propõe-nos o mistério central de nossa fé: a Santíssima Trindade.
Toda a vida da Igreja está impregnada pelo Mistério da Santíssima Trindade. E quando falamos aqui de mistério, não pensemos no incompreensível, mais na realidade mais profunda que atinge o núcleo do nosso ser e do nosso agir.
Mas é Cristo quem nos revela a intimidade do mistério trinitário e o convite para que participemos dele. “Ninguém conhece o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt, 11, 27). Ele revelou-nos também a existência do Espírito Santo junto com o Pai e enviou-o à Igreja para que a santificasse até o fim dos tempos; e revelou-nos a perfeitíssima Unidade de vida entre as Pessoas divinas (Cf. Jo16, 12-15).
O mistério da Santíssima Trindade é o ponto de partida de toda a verdade revelada e a fonte de que procede a vida sobrenatural e para a qual nos encaminhamos: somos filhos do Pai, irmãos e co-herdeiros do Filho, santificados continuamente pelo Espírito Santo para nos assemelharmos cada vez mais a Cristo.
Por ser o mistério central da vida da Igreja, a Santíssima Trindade é continuamente invocada em toda a liturgia. Fomos batizados em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e em seu nome perdoam-se os pecados; ao começarmos e ao terminarmos muitas orações, dirigimo-nos ao Pai, por mediação de Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Muitas vezes ao longo do dia, nós, os cristãos repetimos: Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Meditando sobre a Trindade dizia S. Josemaria Escrivá: “Deus é o meu Pai! Se meditares nisto, não sairás dessa consoladora consideração.
Jesus é meu Amigo íntimo ! (outra descoberta), que me ama com toda a divina loucura do seu coração.
O Espírito Santo é meu Consolador!, que me guia nos passos de todo o meu caminho. Pensa bem, nisso. Tu és de Deus..., e Deus é teu” (Forja, nº2).
Desde que o homem é chamado a participar da própria vida divina pela graça recebida no Batismo, está destinado a participar cada vez mais dessa Vida. É um caminho que é preciso percorrer continuamente.
A Santíssima Trindade habita na nossa alma como num templo. E São Paulo faz-nos saber que o amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado (Cf. Rm 5, 5). E aí, na intimidade da alma, temos de nos acostumar a relacionar-nos com Deus Pai, com Deus Filho e com Deus Espírito Santo. Dizia Santa Catarina de Sena: “Vós, Trindade eterna, sois mar profundo, no qual quanto mais penetro, mais descubro, e quanto mais descubro, mais vos procuro”.
Imensa é a alegria por termos a presença da Santíssima Trindade na nossa alma! Esta alegria é destinada a todo cristão, chamado à santidade no meio dos seus afazeres profissionais e que deseja amar a Deus com todo o seu ser; se bem que, como diz Santa Teresa, “há muitas almas que permanecem rodando o castelo (da alma), no lugar onde montam guarda as sentinelas , e nada se lhes dá de penetrar nele. Não sabem o que existe em tão preciosa mansão, nem quem mora dentro dela”. Nessa “preciosa mansão”, na alma que resplandece pela graça, está Deus conosco: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.
Desde pequenos, aprendemos de nossos pais a fazer o sinal da cruz e chamar a Deus: de Pai, Filho e Espírito Santo.
Assim com toda a naturalidade, estávamos invocando o mistério mais profundo de nossa fé e da vida cristã: Santíssima Trindade que hoje celebramos.
Só Cristo nos revelou claramente essa verdade: Fala constantemente do Pai: Quando Felipe diz: “Mostra-nos o Pai...”, Jesus responde: “Felipe... quem me vê, vê o Pai” (Jo 14,8).
Jesus promete o Espírito Santo: “Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à plena Verdade”.
Quando se despede, no dia da Ascensão, afirma: “Ide... e batizai em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.”
A contemplação e o louvor à Santíssima Trindade são a substância da nossa vida sobrenatural, e esse é também o nosso fim: porque no Céu, junto de Nossa Senhora – Filha de Deus Pai, Mãe de Deus Filho, Esposa de Deus Espírito Santo: mais do que Ela, só Deus - , a nossa felicidade e o nosso júbilo serão um louvor eterno ao Pai, pelo Filho, no Espírito Santo.