No dia 18/03, com muita alegria,
realizamos nossa 1ª reunião como Equipe na residência do casal Victor e Liana,
com o tema “A Mística da Reunião de Equipe”. Todos estavam presentes, inclusive
nosso Conselheiro Espiritual, Padre Brandão. O casal animador – Zemar e Kika –,
com a ajuda do CRE, preparou e desenvolveu o tema de modo muito interessante.
Quanta criatividade na dinâmica!!! Pudemos entender a proposta de forma
bastante eficaz.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
segunda-feira, 30 de março de 2015
Reunião e experiência comunitária
Queridos, realizamos na ultima sexta
a nossa segunda reunião da nova Experiência Comunitária do nosso setor de
Itaipava. Fomos recebidos pelo simpático casal Tamires e Aderaldo e
tivemos a alegria de contar com a presença de todos os casais e do nosso SCE
Padre Brandão.
A reunião aconteceu com um clima muito agradável onde rezamos , partilhamos e aprofundamos o tema Ser Comunidade. Pedimos a todos que continuem suas orações por essa importante missão do nosso movimento de reavivar a espiritualidade conjugal na vida do casal.
Que nossa padroeira Nossa Senhora do Amor Divino continue a interceder por nos. Um abraço fraterno. Carla e Paulinho.
Paulo Cleffs
A reunião aconteceu com um clima muito agradável onde rezamos , partilhamos e aprofundamos o tema Ser Comunidade. Pedimos a todos que continuem suas orações por essa importante missão do nosso movimento de reavivar a espiritualidade conjugal na vida do casal.
Que nossa padroeira Nossa Senhora do Amor Divino continue a interceder por nos. Um abraço fraterno. Carla e Paulinho.
Paulo Cleffs
domingo, 29 de março de 2015
RETIRO ANUAL - 2015
Queridos casais equipistas do Setor Itaipava
Como não aproveitar esta oportunidade de
estar pessoalmente e em casal,
refletindo sobre a nossa vida na
presença de Deus?
Vamos desde já,
preparando-nos para esse momento do ano, tão especial para nós cristãos
equipistas, com orações e entrega a Deus e a nossa mãe Maria Santíssima para
que passe à frente e tudo providencie.
Nosso pregador será o SCE Pe.
Alexandre Brandão.
Janete e Marco Antônio -CRS-
sexta-feira, 27 de março de 2015
Homilia Dominical dia 29/03/2015 - Mc 11,1-10
Domingo
de Ramos
Mons. José Maria Pereira
Mons. José Maria Pereira
Com a celebração do Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor, a Igreja abre a Semana Santa.
Jesus faz a sua entrada em
Jerusalém, como Messias, montado num burrinho, conforme havia sido profetizado
muitos séculos antes (Zac. 9,9). Jesus aceita a homenagem, e quando os
fariseus, que também conheciam as profecias, tentaram sufocar aquelas
manifestações de fé e alegria, o Senhor disse-lhes: “Eu vos digo, se eles se
calarem, as pedras gritarão.” (Lc 19, 40).
Nossa
celebração de hoje inicia-se com o Hosana! E culmina no crucifica-o! Mas este
não é um contrassenso; é, antes, o coração do mistério. O mistério que se quer
proclamar é este: Jesus se entregou voluntariamente a sua Paixão; não se sentiu
esmagado por forças maiores do que Ele (Ninguém me tira a vida, mas eu a dou
por própria vontade: Jo 10,18); foi Ele que, perscrutando a vontade do Pai,
compreendeu que havia chegado a hora e a acolheu com a obediência livre do
filho e com infinito amor para os homens: “... sabendo Jesus que tinha chegado
a sua hora, hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que
estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Hoje
Jesus quer também entrar triunfante na vida dos homens, sobre uma montaria
humilde: quer que demos testemunho d’Ele com a simplicidade do nosso trabalho
bem feito, com a nossa alegria, com a nossa serenidade, com a nossa sincera
preocupação pelos outros. Quer fazer-se presente em nós através das
circunstâncias do viver humano.
Naquele cortejo triunfal, quando Jesus vê a cidade de Jerusalém, chora! Jesus vê como Jerusalém se afunda no pecado, na ignorância e na cegueira. O Senhor vê como virão outros dias que já não serão como estes, um dia de alegria e de salvação, mas de desgraça e ruína. Poucos anos depois a cidade será arrasada. Jesus chora a impenitência de Jerusalém. Como são eloquentes estas lágrimas de Cristo.
O Concílio Vaticano II, G.S,nº 22, diz: De certo modo, o próprio Filho de Deus se uniu a cada homem pela sua Encarnação. Trabalhou com mãos humanas, pensou com mente humana, amou com coração de homem. Nascido de Maria Virgem, fez-se verdadeiramente um de nós, igual a nós em tudo menos no pecado. Cordeiro inocente, mereceu-nos a vida derramando livremente o seu sangue, e n’Ele o próprio Deus nos reconciliou consigo e entre nós mesmos e nos arrancou da escravidão do demônio e do pecado, e assim cada um de nós pode dizer com o Apóstolo: “Ele me amou e se entregou por mim (Gal. 2,20)”.
A história de cada homem é a história da contínua solicitude de Deus para com ele. Cada homem é objeto da predileção do Senhor. Jesus tentou tudo com Jerusalém, e a cidade não quis abrir as portas à misericórdia. É o profundo mistério da liberdade humana, que tem a triste possibilidade de rejeitar a graça divina.
Como é que estamos correspondendo às inúmeras instâncias do Espírito Santo para que sejamos santos no meio das nossas tarefas, no nosso ambiente? Quantas vezes em cada dia dizemos sim a Deus e não ao egoísmo à preguiça, a tudo o que significa falta de amor, mesmo em pormenores insignificantes?
A entrada triunfal de Jesus foi bastante efêmera para muitos. Os ramos verdes murcharam rapidamente. O hosana entusiástico transformou-se, cinco dias mais tarde, num grito furioso: Crucifica-o! Por que foi tão brusca a mudança, por que tanta inconsistência?
São Bernardo comenta: “Como eram diferentes umas vozes e outras! Fora, fora, crucifica-o e bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas! Como são diferentes as vozes que agora o aclamam Rei de Israel e dentro de poucos dias dirão: Não temos outro rei além de César! Como são diferentes os ramos verdes e a Cruz, as flores e os espinhos! Àquele a quem antes estendiam as próprias vestes, dali a pouco o despojam das suas e lançam a sorte sobres elas.”
A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém pede-nos coerência e perseverança,aprofundamento da nossa fidelidade, para que os nossos propósitos não sejam luz que brilha momentaneamente e logo se apaga. Muito dentro do nosso coração, há profundos contrastes: somos capazes do melhor e do pior. Se queremos ter em nós a vida divina, triunfar com Cristo, temos de ser constantes e matar pela penitência o que nos afasta de Deus e nos impede de acompanhar o Senhor até a Cruz.
A Igreja nos lembra que a entrada triunfal vai perpassar todos os passos da Paixão de Cristo. Terminada a procissão mergulha-se no mistério da Paixão de Jesus Cristo: Em Is 50 4-7 descreve o Servo sofredor, na esperança da vitória final. Vemos nele a própria pessoa de Jesus Cristo. Em Fl 2,6-11 temos a chave principal de todo o mistério deste Domingo de Ramos: Jesus humilhou-se e por isso Deus o exaltou!
No texto de Mc 15,1-39, somos chamados a contemplar a PAIXÃO e a MORTE de Jesus. Que durante a Semana Santa possamos tirar muitos frutos da meditação da Paixão de Cristo. Que em primeiro lugar tenhamos aversão ao pecado; possamos avivar o nosso amor e afastar a tibieza!
Naquele cortejo triunfal, quando Jesus vê a cidade de Jerusalém, chora! Jesus vê como Jerusalém se afunda no pecado, na ignorância e na cegueira. O Senhor vê como virão outros dias que já não serão como estes, um dia de alegria e de salvação, mas de desgraça e ruína. Poucos anos depois a cidade será arrasada. Jesus chora a impenitência de Jerusalém. Como são eloquentes estas lágrimas de Cristo.
O Concílio Vaticano II, G.S,nº 22, diz: De certo modo, o próprio Filho de Deus se uniu a cada homem pela sua Encarnação. Trabalhou com mãos humanas, pensou com mente humana, amou com coração de homem. Nascido de Maria Virgem, fez-se verdadeiramente um de nós, igual a nós em tudo menos no pecado. Cordeiro inocente, mereceu-nos a vida derramando livremente o seu sangue, e n’Ele o próprio Deus nos reconciliou consigo e entre nós mesmos e nos arrancou da escravidão do demônio e do pecado, e assim cada um de nós pode dizer com o Apóstolo: “Ele me amou e se entregou por mim (Gal. 2,20)”.
A história de cada homem é a história da contínua solicitude de Deus para com ele. Cada homem é objeto da predileção do Senhor. Jesus tentou tudo com Jerusalém, e a cidade não quis abrir as portas à misericórdia. É o profundo mistério da liberdade humana, que tem a triste possibilidade de rejeitar a graça divina.
Como é que estamos correspondendo às inúmeras instâncias do Espírito Santo para que sejamos santos no meio das nossas tarefas, no nosso ambiente? Quantas vezes em cada dia dizemos sim a Deus e não ao egoísmo à preguiça, a tudo o que significa falta de amor, mesmo em pormenores insignificantes?
A entrada triunfal de Jesus foi bastante efêmera para muitos. Os ramos verdes murcharam rapidamente. O hosana entusiástico transformou-se, cinco dias mais tarde, num grito furioso: Crucifica-o! Por que foi tão brusca a mudança, por que tanta inconsistência?
São Bernardo comenta: “Como eram diferentes umas vozes e outras! Fora, fora, crucifica-o e bendito o que vem em nome do Senhor, Hosana nas alturas! Como são diferentes as vozes que agora o aclamam Rei de Israel e dentro de poucos dias dirão: Não temos outro rei além de César! Como são diferentes os ramos verdes e a Cruz, as flores e os espinhos! Àquele a quem antes estendiam as próprias vestes, dali a pouco o despojam das suas e lançam a sorte sobres elas.”
A entrada triunfal de Jesus em Jerusalém pede-nos coerência e perseverança,aprofundamento da nossa fidelidade, para que os nossos propósitos não sejam luz que brilha momentaneamente e logo se apaga. Muito dentro do nosso coração, há profundos contrastes: somos capazes do melhor e do pior. Se queremos ter em nós a vida divina, triunfar com Cristo, temos de ser constantes e matar pela penitência o que nos afasta de Deus e nos impede de acompanhar o Senhor até a Cruz.
A Igreja nos lembra que a entrada triunfal vai perpassar todos os passos da Paixão de Cristo. Terminada a procissão mergulha-se no mistério da Paixão de Jesus Cristo: Em Is 50 4-7 descreve o Servo sofredor, na esperança da vitória final. Vemos nele a própria pessoa de Jesus Cristo. Em Fl 2,6-11 temos a chave principal de todo o mistério deste Domingo de Ramos: Jesus humilhou-se e por isso Deus o exaltou!
No texto de Mc 15,1-39, somos chamados a contemplar a PAIXÃO e a MORTE de Jesus. Que durante a Semana Santa possamos tirar muitos frutos da meditação da Paixão de Cristo. Que em primeiro lugar tenhamos aversão ao pecado; possamos avivar o nosso amor e afastar a tibieza!
Cabe
a nós escolher com que atitude queremos entrar na história da Paixão de Cristo:
com a atitude de Cirineu, que se coloca ao lado de Jesus, ombro a ombro, para
carregar com Ele o peso da cruz; com a atitude das mulheres que choram, do
centurião que bate no peito e de Maria que fica silenciosa ao pé da cruz; ou se
queremos entrar com a atitude de Judas, de Pedro, de Pilatos e daqueles que
“olham de longe” para ver como irá terminar aquele episódio.
Toda
nossa vida é, em certo sentido, uma “semana santa” se a vivemos com coragem e
fé, na espera do “oitavo dia” que é o grande Domingo do repouso e da glória
eterna.
Neste
tempo, Jesus nos repete o convite que dirigiu a seus discípulos no Horto das
Oliveiras: “Ficai aqui e vigiai comigo” (Mc 14, 34; Mt 26,38).
quinta-feira, 26 de março de 2015
NOSSA SENHORA PRESENTE EM NOSSAS VIDAS
Em julho de 2012, sofri um acidente em minha casa, com uma
maquita, e perdi a ponta do dedo polegar da mão esquerda.
Teresa ficou muito nervosa e deu uma crise de risos, eram 15:00 horas,
(hora da misericórdia Divina).
Entramos em oração, minha filha estava saindo para uma festa.
Corri até ela e pedi para levar-me ao pronto socorro. (Sistema de saúde em
caos) fomos para o (IPASE) em greve só emergência não quiseram nem olhar, minha
filha começou a brigar, eu falei: Filha vamos,
o Senhor está preparando um lugar melhor para mim. Paramos no (UPA) Cascatinha.
O médico me atendeu, perguntou se estava doendo muito deu uma anestesia e falou
que talvez não daria implante, e me encaminhou para hospital Nelson de Sá Earp,
(HMNSP) pronto socorro. Condicionou a parte amputado numa caixa.
Chegando lá havia, mais ou menos, umas dez pessoas na frente para
atendimento. A Doutora logo que viu chamou-me atendeu-me e disse: “Será
impossível o implante” e me internou no Hospital Santa Teresa. Sempre em oração.
Chegando Já havia dois médicos a minha
espera passei por uma triagem e eles falaram que não dava implante pois se
tratava de uma micro cirurgia e a casa não estava apta, resolveram quem iria
fazer a cirurgia,então falei faça como se estivesse fazendo na mão do seu pai,
era 18:00 horas (hora Mariana).Veio então uma enfermeira e ficou na porta do
Centro Cirúrgico o tempo todo.O médico operando e conversando comigo.Um dado
momento ele falou: “Está pronto” e chamou a enfermeira para ver , lembrei-me da
oração que havia pedido a N.Senhora que fosse à frente preparando os corações e
todas as coisas. Ela olhou e disse, ¨Está perfeito Doutor¨. e voltou para lugar
onde ela estava. O médico fez o curativo, a porta da sala se abriu e o médico
exclamou ¨RAFAEL que bom que você chegou ¨, ele me encaminhou para o quarto. Então
chorei, chorei, chorei e agradeci a DEUS.
O médico perguntou o que estava acontecendo, pois estava calmo.
Então contei tudo, ele respondeu-me.¨ Olha foi uma das operações mais tranquilas da minha vida”.
Meus irmãos o médico era Jesus, a enfermeira Maria,Rafael o anjo
que anuncia, liberta, cura.
(Beto da Teresa) eq 01 N.S. Amor Divino-Setor Itaipava-Petrópolis-RJ.
quinta-feira, 19 de março de 2015
Homilia Dominical dia 22/03/2015 - Jo 12,20-33
“Queremos ver Jesus!”
Mons. José Maria Pereira
Mons. José Maria Pereira
A Quaresma caminha para o seu
fim.
No
Evangelho (Jo 12,20-33) Jesus mostra que desejam vê-Lo: É o caminho da Cruz, o
caminho da obediência a Deus, o caminho da semente lançada à terra, que não
fica só,mas, morrendo, produz muito fruto. É chegada a hora de Jesus. Trata-se
de sua Paixão e Ressurreição, pela qual Ele se lança totalmente no plano do Pai
e realiza plenamente sua vontade.
Um
grupo de gregos (os estrangeiros à raça judaica), que estavam em Jerusalém para
celebrar a Páscoa, pedem: “Queremos ver Jesus!”, isto é, conhecê-Lo em
profundidade. Não se dirigem diretamente a Jesus, mas aos discípulos. Servem-se
de dois mediadores: Felipe e André...
Diz
Jesus: “Se o grão, que cai na terra, morre, produzirá muito fruto.” A
fecundidade da vida se manifesta na morte. Jesus vai morrer e nascerá a
Igreja...
Para
conhecer Jesus: devem morrer as seguranças humanas, o apego à própria vida é à
sabedoria humana (que os gregos valorizavam tanto)...
Deve
morrer tudo o que nos afasta do projeto de Jesus, que veio para que todos
tenham vida em abundância.
O
caminho para ver Jesus é a Cruz: “Quando Eu for elevado da terra (na Cruz),
atrairei todos a Mim”. É o caminho para todo o discipulado...
“Queremos
ver Jesus!” Esse pedido dos gregos é uma linda proposta de vida para todos nós.
É anseio de todos nós. Todos queremos ver Jesus! O Doc. de Aparecida nos lembra
que “o início do Cristianismo é um encontro de fé com a pessoa de Jesus Cristo”
(DA 243). E “a própria natureza do cristianismo consiste em reconhecer a
presença de Jesus Cristo e segui-Lo” (244). Seguir Cristo: este é o segredo!
Acompanhá-Lo tão de perto, que vivamos com Ele, como os primeiros Doze; tão de
perto, que com Ele nos identifiquemos: se não colocarmos obstáculos à graça,
não tardaremos a afirmar que nos revestimos de Nosso Senhor Jesus Cristo (Rm
13,14). Diz São Josemaria Escrivá: “Neste esforço por nos identificarmos com
Cristo, costumo falar de quatro degraus: procurá-Lo, encontrá-Lo, conhecê-Lo,
amá-Lo. Talvez vos pareça que estais na primeira etapa... Procurai-O com fome,
procurai-O em vós mesmos com todas as vossas forças! Se o fazeis com este
empenho, atrevo-me garantir que já O encontrastes e que já começastes a
conhecê-Lo e a amá-Lo e a ter a vossa conversa nos céus” (Amigos de Deus,
299-300).
Ao
ser pregado na Cruz, Jesus é o sinal supremo de contradição para todos os
homens! “Cristo, Senhor Nosso, foi crucificado e, do alto da Cruz, redimiu o
mundo, restabelecendo a paz entre Deus e os homens. Jesus Cristo lembra a
todos: “quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim” (Jo 12,32), se
vós Me puserdes no cume de todas as atividades da terra, cumprindo o dever de
cada momento, sendo Meu testemunho naquilo que parece grande e naquilo que parece
pequeno, tudo atrairei a Mim. O Meu reino entre vós será uma realidade” (Cristo
que Passa, 183). Cada cristão seguindo Cristo, há de ser uma bandeira hasteada,
uma luz colocada no candeeiro: bem unido pela oração e mortificação à Cruz, em
cada momento e circunstância da vida, há de manifestar aos homens o amor
salvador de Deus Pai.
Os gregos
quiseram ver Jesus! Encontraram Filipe e André que os conduziram a Jesus. Tendo
visto Jesus, tendo acreditado nEle, Filipe e André guiam outras pessoas para
verem Jesus. È a vocação de todos os que queiram seguir a Cristo. Tendo visto
Jesus, tendo feito a experiência de Deus em sua vida, tendo-se transformado em
semente lançada à terra, os cristãos são chamados a conduzirem outras pessoas a
Jesus, para o verem, para o seguirem, para viverem de sua vida. Vendo Jesus nos
cristãos, essas pessoas também crerão e terão vida em abundância.
“Queremos ver Jesus!”
Mas onde, quando, como encontrá-Lo?
O Documento de Aparecida mostra uns lugares de encontro com Jesus Cristo:
-“O encontro com Cristo realiza-se na fé recebida e
vivida na Igreja”. (246)
- Encontramos Jesus na Sagrada Escritura, lida na Igreja...
É indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus” (347).
É indispensável o conhecimento profundo e vivencial da Palavra de Deus” (347).
-Encontramos Jesus Cristo na Sagrada Liturgia... a Eucaristia é o lugar privilegiado do encontro
do Discípulo com Jesus Cristo” (250-251).
A celebração eucarística
dominical é uma necessidade interior do cristão, da família cristã e da
comunidade paroquial” (252).
-O sacramento da Reconciliação (Confissão) é o encontro com o Cristo que perdoa
(254).
- A Oração
pessoal e comunitária cultiva a amizade com Cristo (255).
-“Jesus está presente em meio a uma Comunidade viva na fé e no amor
fraterno” (256).
-Também o encontramos nos pobres, aflitos e enfermos... (257).
-“Encontramos também na Piedade popular...” (258)
“Queremos
ver Jesus” significa acolher a sua pessoa com alegria, por ser o centro e a
motivação mais forte da própria existência, e a garantia que não se apaga.
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