segunda-feira, 11 de novembro de 2013

MISSA MENSAL DIA 10/11/2013 NA POSSE

   
                          Momento maravilhoso em que pudemos rezar por todos os equipistas.
                           Janete e Marco Antônio - CRS

sábado, 9 de novembro de 2013

HOMILÍA DOMINICAL DIA 10 / 11 / 2013




Que seremos após a morte?

                                          Monsenhor José Maria

Hoje somos convidados, pela Palavra de Deus, a aprofundar a nossa fé na ressurreição dos mortos. Trata-se de uma das verdades fundamentais, enunciadas no Credo e que repetimos muitas vezes: “Creio na ressurreição da carne”.
Em 2Mc 7, 1-2. 9-14 fala-nos dos sete irmãos Macabeus que, junto com a mãe, preferiram a morte a transgredir a Lei do Senhor. Enquanto eram torturados, confessaram com firmeza a sua fé numa vida além da morte: “Prefiro ser morto pelos homens, tendo em vista a esperança dada por Deus, que um dia nos ressuscitará” ( 2Mc 7,14).
No Evangelho ( Lc 20, 27-38), lemos que se aproximaram de Jesus alguns saduceus que negavam a ressurreição e queriam colocá-Lo em uma situação embaraçosa. Segundo a lei do levirato (Dt 25, 5-10), o cunhado devia casar-se com a viúva para dar um filho ao irmão falecido, para não morrer seu nome. Eram sete irmãos, todos se casaram com ela e morreram sem deixar filho. Morre também a mulher. De quem ela vai ser esposa no céu?
Jesus resolve a dificuldade reafirmando a ressurreição e ensinando as propriedades dos corpos ressuscitados. A vida eterna não será igual à vida presente: “...nem os homens se casam, nem as mulheres se dão em casamento; e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram” ( Lc 20,36). E Jesus mostra o erro grave dos saduceus e argumenta: Moisés chama o Senhor de o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, que tinham morrido há muito tempo. Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, pois todos vivem para Ele. Portanto, ainda que os justos tenham morrido quanto ao corpo, vivem com verdadeira vida em Deus, porque as suas almas são imortais e esperam a ressurreição dos corpos. Os saduceus, dali em diante, já não atreviam a interrogá-Lo!
Nós, cristãos, professamos no Credo a nossa esperança na ressurreição do corpo e na vida eterna. Este artigo da fé expressa o termo e o fim do designo de Deus sobre o homem. Se não existe ressurreição, todo o edifício da fé desaba, como afirma S. Paulo (1 Cor 15 ).
Diante da atração das coisas da terra que, por vezes podem parecer as únicas que contam, temos de considerar frequentemente que a nossa alma é imortal, e se unirá ao nosso corpo no fim dos tempos; ambos- o homem inteiro: alma e corpo- estão destinados a uma eternidade sem fim. Tudo o que levamos a cabo neste mundo deve ser feito com o olhar posto nessa vida que nos espera, pois pertencemos totalmente a Deus, de alma e corpo, com os sentidos e com as potências. Todo homem criado por Deus é destinado a viver na comunhão com Deus.
Escreveu S. Cirilo de Jerusalém: “A esperança da ressurreição é a raiz de toda boa ação; a espera da retribuição fortalece a alma para o cumprimento do bem. Todo operário está pronto a suportar a fadiga se prevê a recompensa. Cada alma que crê na ressurreição tem cuidado de si mesma, a que não crê na ressurreição abandona-se à ruína. Quem crê que o corpo permanece para a ressurreição cuida desta veste da alma e não a suja com fornicação. Quem, ao invés, não crê na ressurreição abandona-se à impureza, abusando do próprio corpo como de algo que não lhe pertence...”.
Continua S. Cirilo: “A alma e o corpo pertencem-se mutuamente de maneira natural, e Deus criou-os um para o outro. Respeita-o, já que tem a grande sorte de ser templo do Espírito Santo. Não manches a tua carne, e, se te atreveste a fazê-lo, purifica-a agora com a penitência. Limpa-a enquanto tens tempo”.
Ensina S. Tomás que a nossa filiação divina, iniciada pela ação da graça na alma, “será consumada pela glorificação..., de forma que, assim como a nossa alma foi redimida do pecado, assim o nosso corpo será redimido da corrupção da morte”. E a seguir cita as palavras de S. Paulo aos Filipenses: “Ele transformará o nosso corpo, humilhado, tornando-o semelhante ao seu corpo glorioso, graças ao poder que o torna capaz também de sujeitar a si todas as coisas” (3,21).
Não podemos desprezar o nosso corpo, como também não podemos exaltá-lo como se fosse a única realidade no homem. Devemos dominá-lo mediante a mortificação porque, em consequência da desordem produzida pelo pecado original, tende a atraiçoar-nos. (cf. S. Josemaría Escrivá, Caminho, 196).
“Fostes comprados, por alto preço! Então, glorificai a Deus no vosso corpo”. (1 Cor 6, 20).
A cada dia somos transformados para estarmos sempre mais prontos para a Vida. Tenhamos o desejo do Céu! De que viveremos no Céu? Reza o Salmo 16: “Ao despertar, me saciará vossa presença”. A vida futura se realiza em Deus. Ele é a vida. Lembra S. João: “Caríssimos, desde agora somos filhos de Deus, mas não se manifestou ainda o que haveremos de ser. Sabemos que, quando isso se manifestar, seremos semelhantes a Deus, porque O veremos como Ele é” ( 1 Jo 3,2).

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

MISSA MENSAL, 10/11/2013

Movimento de Espiritualidade Conjugal
Missa Mensal
Convidamos todos os casais equipistas e viúvas do Setor Itaipava a participarem da Missa Mensal em ação de graças pelo movimento das Equipes de Nossa Senhora, a realizar-se no dia 10 de novembro de 2013 - domingo, às 19h, na Paróquia de São João Batista – na Posse.
Acolhimento: Equipe 05.
 “O Poderoso fez em mim maravilhas, e Santo é o seu nome!”
 Abraço fraterno,
Janete e Marco Antonio

CRSetor Itaipava

sábado, 2 de novembro de 2013

REUNIÃO DE BALANÇO



No mês de novembro todas as ENS fazem a famosa reunião de balanço. É um momento de avaliação do ano que se encerra, um momento necessário  em que ajustamos os rumos a serem seguidos no ano vindouro.
           Nós devemos nos preparar desde já para o balanço, através das orações conjugais, reflexões, pedindo ao Espírito Santo o discernimento a fim de corrigirmos as falhas e ao mesmo tempo devemos agradecer por tantas graças recebidas.
           É necessário que os casais  façam uma análise franca sobre a equipe e o que podemos fazer para melhorá-la.
           Como posso melhorar o meu desempenho como casal equipista?

       “Vocês todos, membros das Equipes de Nossa Senhora contribuem com a construção do Movimento? Eu os convido a colocar esta questão sobre a mesa.
                                                        (Padre Henri Caffarel)

Janete e Marco Antônio
CRS

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Homilía dominical dia 03 / 11 / 2013.



Vocação: Ser Santo!
 Mons. José Maria Pereira
 
A nossa vocação é para a Santidade! É o que nos atesta São Paulo: “Foi assim que nEle nos escolheu antes da constituição do mundo, para sermos santos e imaculados diante dos seus olhos” (Ef 1, 4). “Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1Tes. 4, 3).
A Igreja convida-nos hoje a pensar naqueles que, como nós, passaram por este mundo lutando com dificuldades e tentações parecidas às nossas, e venceram. É essa grande multidão que ninguém poderia contar, de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas, como nos fala São João em Ap. 7, 2 -14. Todos estão marcados na fronte, revestidos de vestes brancas, lavados no Sangue do Cordeiro (Ap 7, 4) A marca e as vestes são símbolo do Batismo, que imprime no homem, para sempre, o caráter da pertença a Cristo, e a graça renovada e aumentada pelos sacramentos e pelas boas obras.
Hoje festejamos e pedimos ajuda à multidão incontável que alcançou o Céu depois de ter passado por este mundo semeando amor e alegria quase sem terem consciência disso; recordamos aqueles que, enquanto estiveram entre nós, se ocuparam talvez num trabalho semelhante ao nosso: empregados de escritório, comerciantes, empregadas domésticas, professores, secretárias, trabalhadores da cidade e do campo... Lutaram com dificuldades parecidas às nossas e tiveram que recomeçar muitas vezes, como nós procuramos fazer.
Todos fomos chamados a alcançar a plenitude do Amor, a luta contra as nossas paixões e tendências desordenadas, a recomeçar sempre que preciso, porque “a santidade não depende do estado – solteiro, casado, viúvo, sacerdote – mas da correspondência pessoal à graça que a todos nos é concedida” (São Josemaria Escrivá). A Igreja recorda-nos que o trabalhador que todos as manhãs empunha a sua ferramenta ou caneta, ou a mãe de família que se ocupa em seus trabalhos domésticos, no lugar que Deus lhes designou, devem santificar-se cumprindo fielmente os seus deveres.
Agora podemos fazer nossa a oração de Santa Teresa, que ela mesma escutará: “Ó almas bem-aventuradas, que tão bem soubestes aproveitar e comprar herança tão deleitosa...! Ajudai-nos, pois estais tão perto da fonte; obtei água para os que aqui perecemos de sede”.
Nós somos ainda a Igreja peregrina que se dirige para o Céu; e, enquanto caminhamos, temos de reunir esse tesouro de boas obras com que um dia nos apresentaremos a Deus. Ouvimos o convite do Senhor: “Se alguém quer vir após Mim...” Todos fomos chamados à plenitude da vida em Cristo. O Senhor chama-nos numa ocupação profissional, para que ali o encontremos, realizando as nossas tarefas com perfeição humana e, ao mesmo tempo, com sentido sobrenatural: oferecendo a Deus, vivendo a caridade com os nossos colegas, praticando a mortificação de um trabalho perfeitamente terminado, procurando já aqui na terra o rosto de Deus, a quem um dia veremos face a face.
“Para amar a Deus e servi-Lo, não é necessário fazer coisas estranhas. Cristo pede a todos os homens, sem exceção, que sejam perfeitos como o seu Pai celestial é perfeito (Mt. 5, 8). Para a grande maioria dos homens, ser santo significa santificar o seu trabalho, santificar-se no seu trabalho e santificar os outros com o seu trabalho, e assim encontrar a Deus no caminho da vida” (São Josemaria Escrivá).
Vale a pena meditar as palavras do Beato João Paulo II referindo-se a São Josemaria Escrivá, apontando a santidade ao alcance de todos: “ São Josemaria foi escolhido pelo Senhor para anunciar a chamada universal à santidade e mostrar que as atividades correntes que compõem a vida de todos os dias são caminho de santificação. Pode-se dizer que foi o santo do cotidiano. De fato, estava convencido de que, para quem vive sob a ótica da fé, tudo é ocasião de um encontro com Deus, tudo se torna um estímulo para a oração. vista desta forma, a vida diária revela uma grandeza insuspeitada. A santidade apresenta-se verdadeiramente ao alcance de todos” (Beato João Paulo II sobre Escrivá).
O que fizeram essas mães de família, esses intelectuais ou operários..., para estarem no Céu? Pois bem, procuraram santificar as pequenas realidades diárias! E é isso o que temos de fazer: ganhar o Céu todos os dias com as coisas que temos entre mãos, entre as pessoas que Deus colocou ao nosso lado.
Encontramo-nos a Caminho do Céu e muito necessitados da misericórdia do Senhor!
No Céu espera-nos a Virgem Maria, para estender-nos a mão e levar-nos à presença do seu Filho e de tantos seres queridos que ali nos aguardam.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

NOVO COLEGIADO SETOR ITAIPAVA



No sábado dia 26 de outubro, fizemos a primeira reunião com o novo Colegiado do Setor Itaipava, os casais e nosso SCE Monsenhor José Maria, com muito entusiasmo e comprometimento fizeram da reunião um momento muito rico de partilha, formação e oração.
Contamos com as orações de todos os casais equipistas para este novo serviço.
Janete e Marco Antônio - CRS

                              

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Novo CRE: Equipe 4 Nossa Sra. Rainha da Paz



É tradição nas Equipes de Nossa Senhora que cada equipe escolha no mês de outubro o seu Casal Responsável de Equipe para o ano seguinte, Como não poderia ser diferente no dia 26 de Outubro a Equipe 4 Nossa Senhora Rainha da Paz elegeu o Casal Carla e Paulo Cleffs como Casal Responsável de Equipe, sob a inspiração do Espírito Santo, para durante um ano, zelar pela boa marcha da equipe e estimulá-la na caminhada para Deus. 


Parabéns! Carla e Paulinho.
Nossa Senhora Rainha da Paz nos conduza.
    

Paulane e Roney e o novo CRE Carla e Paulo