quinta-feira, 14 de abril de 2016

Homilía Dominical dia 17/04/2016




 Homilia do Mons. José Maria – IV Domingo de Páscoa – Ano C

Domingo do Bom Pastor 
Mons. José Maria Pereira

O Quarto Domingo da Páscoa é o domingo do BOM PASTOR.
Depois de várias aparições de Cristo ressuscitado às mulheres, aos apóstolos, aos discípulos, hoje Jesus se apresenta como o BOM PASTOR! É um título de Cristo muito familiar aos primeiros cristãos.
A liturgia deste domingo convida-nos a meditar na misericordiosa ternura de nosso Salvador, para que reconheçamos os direitos que Ele adquiriu sobre cada um de nós com a sua morte.
No Evangelho(Jo 10, 27-30) encontramos Jesus, o Bom Pastor, que diz: “as minhas ovelhas ouvem a minha voz, eu as conheço e elas me seguem...” (Jo 10,27). De todas as imagens atribuídas a Jesus, esta, sem dúvida alguma, é a mais querida. É uma imagem que transborda em ternura, cuidado, vida, salvação, confiança, amizade e intimidade. Estas e muitas outras características permitem à ovelha reconhecer a voz do Pastor em meio a tantas outras vozes; mas permitem, também , que o Pastor reconheça e conheça as ovelhas por seu próprio nome. Tudo isso nos faz ter uma certeza: todos temos um valor particular aos olhos do Senhor.
A porta do aprisco está aberta a todos e para passar por ela existe apenas uma única condição: ter a disposição para ouvir e reconhecer a voz do Pastor. E quem aceita as condições para passar pela porta do aprisco, será sempre muito bem acolhido e encontrará o dom da Ressurreição: “Eu lhes dou a vida eterna; elas jamais se perderão e ninguém vai arrancá-las da minha mão” (Jo 10,28).
Ensina o Concílio Vaticano II:” A Igreja é o redil, cuja única porta e necessário pastor é Cristo (LG,6). No redil entram os pastores e as ovelhas. Tanto uns como outras hão de entrar pela porta que é Cristo. “ Eu, pregava Santo Agostinho, querendo chegar até vós, isto é, ao vosso coração, prego-vos Cristo: se pregasse outra coisa, quereria entrar por outro lado. Cristo é para mim a porta para entrar em vós: por Cristo entro não nas vossas casas, mas nos vossos corações. Por Cristo entro gozosamente e escutais-me ao falar d Ele. Por quê? Porque sois ovelhas de Cristo e fostes compradas com o Seu Sangue”.
“… e as ovelhas O seguem, porque conhecem a sua voz” (Jo 10,4). Ora, a Igreja é Cristo continuado! Diz São JosemariaEscrivá: “Cristo deu à Sua Igreja a segurança da doutrina, a corrente de graça dos sacramentos; e providenciou para que haja pessoas que nos orientem, que nos conduzam, que nos recordem constantemente o caminho. Dispomos de um tesouro infinito de ciência: a Palavra de Deus guardada pela Igreja; a graça de Cristo, que se administra nos Sacramentos; o testemunho e o exemplo dos que vivem com retidão ao nosso lado e sabem fazer das suas vidas um caminho de fidelidade a Deus” (Cristo que passa, nº 34). Jesus é a porta das ovelhas! Para as ovelhas significa que Jesus é o único lugar de acesso para que as ovelhas possam encontrar as pastagens que dão vida.
Para os cristãos, o Pastor por excelência é Cristo: Ele recebeu do Pai a missão de conduzir o rebanho de Deus… Portanto, Cristo deve conduzir as nossas escolhas.
Quem nos conduz? Qual é a voz que escutamos? A voz da política, a voz da opinião pública, a voz do comodismo e da instalação, a voz dos nossos privilégios, a voz do êxito e do triunfo a qualquer custo, a voz da novela? A voz da televisão?
Cristo é o nosso Pastor! Ele Conhece as ovelhas e as chama pelo nome, mantendo com cada uma delas uma relação muito pessoal.
A existência humana é bem complexa para que se possa vivê-la com segurança absoluta. Jesus, porém, oferece a quem O segue a direção exata e a proteção eficaz para evitar os elementos que podem prejudicar. Afirma o Sl 22(23): “ Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei;estais comigo…”.
O Divino Pastor é quem pode, realmente, ajudar, salvar e conservar a vida. Ele afirmou: “Eu vim para que todos tenham a vida e a tenham em abundância” (Jo 10, 10).
Para distinguir a Voz do Pastor é preciso três coisas: – Uma vida de oração intensa; um confronto permanente com a Palavra de Deus e uma participação ativa nos sacramentos, onde recebemos a vida, que o Pastor nos oferece.
Nesse domingo celebramos 53° Dia Mundial de Oração pelas Vocações e o Santo Padre, o Papa Francisco convida-nos a refletir sobre o tema “A Igreja, Mãe das Vocações”:


Amados irmãos e irmãs!
Como gostaria que todos os baptizadospudessem, no decurso do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, experimentar a alegria de pertencer à Igreja! E pudessem redescobrir que a vocação cristã, bem como as vocações particulares, nascem no meio do povo de Deus e são dons da misericórdia divina! A Igreja é a casa da misericórdia e também a «terra» onde a vocação germina, cresce e dá fruto.
Por este motivo, dirijo-me a todos vós, por ocasião deste 53º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, convidando-vos a contemplar a comunidade apostólica e a dar graças pela função da comunidade no caminho vocacional de cada um. Na Bula de proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia, recordei as palavras de São Beda, o Venerável, a propósito da vocação de São Mateus: «Miserando atqueeligendo» (MisericordiaeVultus, 8). A acção misericordiosa do Senhor perdoa os nossos pecados e abre-nos a uma vida nova que se concretiza na chamada ao discipulado e à missão. Toda a vocação na Igreja tem a sua origem no olhar compassivo de Jesus. A conversão e a vocação são como que duas faces da mesma medalha, interdependentes continuamente em toda a vida do discípulo missionário.
O Beato Paulo VI, na Exortação Apostólica Evangeliinuntiandi, descreveu os passos do processo da evangelização. Um deles é a adesão à comunidade cristã (cf. n. 23), da qual se recebeu o testemunho da fé e a proclamação explícita da misericórdia do Senhor. Esta incorporação comunitária compreende toda a riqueza da vida eclesial, particularmente os Sacramentos. A Igreja não é só um lugar onde se crê, mas também objecto da nossa fé; por isso, dizemos no Credo: «Creio na Igreja».
A chamada de Deus acontece através da mediação comunitária. Deus chama-nos a fazer parte da Igreja e, depois dum certo amadurecimento nela, dá-nos uma vocação específica. O caminho vocacional é feito juntamente com os irmãos e as irmãs que o Senhor nos dá: é uma con-vocação. O dinamismo eclesial da vocação é um antídoto contra a indiferença e o individualismo. Estabelece aquela comunhão onde a indiferença foi vencida pelo amor, porque exige que saiamos de nós mesmos, colocando a nossa existência ao serviço do desígnio de Deus e assumindo a situação histórica do seu povo santo.
Neste Dia dedicado à oração pelas vocações, desejo exortar todos os fiéis a assumirem as suas responsabilidades no cuidado e discernimento vocacionais. Quando os Apóstolos procuravam alguém para ocupar o lugar de Judas Iscariotes, São Pedro reuniu cento e vinte irmãos (cf. Act 1, 15); e, para a escolha dos sete diáconos, foi convocado o grupo dos discípulos (cf. Act 6, 2). São Paulo dá a Tito critérios específicos para a escolha dos presbíteros (cf. Tt 1, 5-9). Também hoje, a comunidade cristã não cessa de estar presente na germinação das vocações, na sua formação e na sua perseverança (cf. Exort. ap. Evangeliigaudium, 107).
A vocação nasce na Igreja. Desde o despertar duma vocação, é necessário um justo «sentido» de Igreja. Ninguém é chamado exclusivamente para uma determinada região, nem para um grupo ou movimento eclesial, mas para a Igreja e para o mundo. «Um sinal claro da autenticidade dum carisma é a sua eclesialidade, a sua capacidade de se integrar harmonicamente na vida do povo santo de Deus para o bem de todos» (Ibid., 130). Respondendo à chamada de Deus, o jovem vê alargar-se o próprio horizonte eclesial, pode considerar os múltiplos carismas e realizar assim um discernimento mais objectivo. Deste modo, a comunidade torna-se a casa e a família onde nasce a vocação. O candidato contempla, agradecido, esta mediação comunitária como elemento imprescindível para o seu futuro. Aprende a conhecer e a amar os irmãos e irmãs que percorrem caminhos diferentes do seu; e estes vínculos reforçam a comunhão em todos.
A vocação cresce na Igreja. Durante o processo de formação, os candidatos às diversas vocações precisam de conhecer cada vez melhor a comunidade eclesial, superando a visão limitada que todos temos inicialmente. Com tal finalidade, é oportuno fazer alguma experiência apostólica juntamente com outros membros da comunidade, como, por exemplo, comunicar a mensagem cristã ao lado dum bom catequista; experimentar a evangelização nas periferias juntamente com uma comunidade religiosa; descobrir o tesouro da contemplação, partilhando a vida de clausura; conhecer melhor a missão ad gentes em contacto com os missionários; e, com os sacerdotes diocesanos, aprofundar a experiência da pastoral na paróquia e na diocese. Para aqueles que já estão em formação, a comunidade eclesial permanece sempre o espaço educativo fundamental, pelo qual se sente gratidão.
A vocação é sustentada pela Igreja. Depois do compromisso definitivo, o caminho vocacional na Igreja não termina, mas continua na disponibilidade para o serviço, na perseverança e na formação permanente. Quem consagrou a própria vida ao Senhor, está pronto a servir a Igreja onde esta tiver necessidade. A missão de Paulo e Barnabé é um exemplo desta disponibilidade eclesial. Enviados em missão pelo Espírito Santo e pela comunidade de Antioquia (cf. Act 13, 1-4), regressaram depois à mesma comunidade e narraram aquilo que o Senhor fizera por meio deles (cf. Act 14, 27). Os missionários são acompanhados e sustentados pela comunidade cristã, que permanece uma referência vital, como a pátria visível onde encontram segurança aqueles que realizam a peregrinação para a vida eterna.
Dentre os agentes pastorais, revestem-se de particular relevância os sacerdotes. Por meio do seu ministério, torna-se presente a palavra de Jesus que disse: «Eu sou a porta das ovelhas (...). Eu sou o bom pastor» (Jo 10, 7.11). O cuidado pastoral das vocações é uma parte fundamental do seu ministério. Os sacerdotes acompanham tanto aqueles que andam à procura da própria vocação, como os que já ofereceram a vida ao serviço de Deus e da comunidade.
Todos os fiéis são chamados a consciencializar-se do dinamismo eclesial da vocação, para que as comunidades de fé possam tornar-se, a exemplo da Virgem Maria, seio materno que acolhe o dom do Espírito Santo (cf. Lc 1, 35-38). A maternidade da Igreja exprime-se através da oração perseverante pelas vocações e da acção educativa e de acompanhamento daqueles que sentem a chamada de Deus. Fá-lo também mediante uma cuidadosa selecção dos candidatos ao ministério ordenado e à vida consagrada. Enfim, é mãe das vocações pelo contínuo apoio daqueles que consagraram a vida ao serviço dos outros.
Peçamos ao Senhor que conceda, a todas as pessoas que estão a realizar um caminho vocacional, uma profunda adesão à Igreja; e que o Espírito Santo reforce, nos Pastores e em todos os fiéis, a comunhão, o discernimento e a paternidade ou maternidade espiritual.
Pai de misericórdia, que destes o vosso Filho pela nossa salvação e sempre nos sustentais com os dons do vosso Espírito, concedei-nos comunidades cristãs vivas, fervorosas e felizes, que sejam fontes de vida fraterna e suscitem nos jovens o desejo de se consagrarem a Vós e à evangelização. Sustentai-as no seu compromisso de propor uma adequada catequese vocacional e caminhos de especial consagração. Dai sabedoria para o necessário discernimento vocacional, de modo que, em tudo, resplandeça a grandeza do vosso amor misericordioso. Maria, Mãe e educadora de Jesus, interceda por cada comunidade cristã, para que, tornada fecunda pelo Espírito Santo, seja fonte de vocações autênticas para o serviço do povo santo de Deus.
Cidade do Vaticano, 29 de Novembro – I Domingo do Advento – de 2015.
Franciscus


quinta-feira, 7 de abril de 2016

Homilía Dominical dia 10/04/2016





Homilia de Mons. José Maria Pereira – III Domingo de Páscoa – Ano C
Testemunhar o Amor
A Palavra de Deus (At 5 , 27- 41) apresenta o testemunho de Pedro em Cristo ressuscitado, diante do Sinédrio.
Proibido de dar testemunho de Jesus ressuscitado, Pedro repete novamente, com toda a franqueza, o anúncio da Ressurreição: “O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós matastes, pregando-O numa Cruz” (At 5,30). Acaba de sair da prisão com os outros apóstolos, sabe que poderá ter que enfrentar piores dificuldades; mas não tem medo porque colocou já toda a sua confiança no Ressuscitado e compreendeu que tem de seguí-Lo nas tribulações. As suas palavras são reforçadas com uma notável afirmação: “Somos testemunhas destes fatos, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem” (At 5,32). É como se afirmasse que o Espírito Santo fala pela boca daqueles que, obedecendo a Deus, pregam o Evangelho enfrentando todos os riscos. Para os Apóstolos, este risco converte-se imediatamente em realidade ao serem submetidos à flagelação, mas tudo suportou com alegria, “por terem sido considerados dignos de injúrias, por causa do nome de Jesus” (At 5,41). “Pedro e os outros apóstolos responderam: “É preciso obedecer a Deus, antes que aos homens” (At 5,29). É este o testemunho que Jesus espera de cada um de nós, um testemunho livre de respeitos humanos e também do medo aos riscos e perigos. A fé intrépida dos que creem convence o mundo, mais do que qualquer outra apologia.
O Evangelho (Jo 21, 1-19) narra a terceira aparição de Cristo ressuscitado aos apóstolos.
Trata-se de uma aparição marcada por gestos de carinho e ternura, mas também de envio, de missão: a pesca milagrosa, a refeição preparada pelo próprio Ressuscitado e a entrega do primado a Pedro. Dá para perceber que a missão terrena de Jesus terminou! O ANÚNCIO DO Evangelho, agora, é missão dos discípulos; são os discípulos que espalharão a Boa-Nova pelos caminhos da humanidade.
Neste sentido, os gestos de Jesus a apontam para atitudes que devem ser assumidas no anúncio. Mas quais são essas atitudes? Basicamente três: anunciar na certeza de que é o Senhor quem nos envia; que obedecendo à sua voz sempre teremos êxito, a pesca sempre abundante; alimentar-se da Eucaristia, maior gesto de amor e cuidado do Senhor para conosco e amar o Senhor acima de tudo. Se não tivermos verdadeiro amor pelo Senhor, nosso anúncio será vazio, estéril e jamais veremos no outro um irmão, jamais seremos capazes de apascentar, ou seja, de cuidar.
A presença de Jesus ressuscitado nas margens do mar de Tiberíades revigora a missão dos discípulos de serem pescadores de homens
A pesca milagrosa simboliza a Missão da Igreja.
A noite quer indicar a ausência de Jesus (a Luz).
A Palavra de Jesus ressuscitado muda a situação.
O êxito da Missão não depende do esforço humano, mas da presença viva do Senhor Ressuscitado nessa comunidade.
Muitas vezes, “pescamos” apoiados apenas em nossas forças… confiantes, como Pedro, em nossa experiência de  “velho pescador…”
Diante do fracasso, às vezes, inevitável, desanimamos…
Vendo as redes vazias, somos tentados a largar tudo e voltar à vidinha antiga… (na família, na sociedade, na comunidade…)
Esquecemos que Jesus está sempre conosco todos os dias, até o fim do mundo e deve ser o centro da Missão…
Ele continua nos indicando onde e quando lançar as redes.
Esse caminho, percorrido pelos apóstolos, é semelhante ao caminho que também nós devemos percorrer…
Só a presença de Jesus torna a Missão fecunda…
Em nossas atividades, em quem depositamos a nossa confiança?
Estamos convencidos que sem Ele nada podemos fazer?
Estejamos atentos à voz de Cristo, da Igreja.
Busquemos na Eucaristia alimento para a nossa caminhada, força para realizar a nossa Missão.
Acolhendo com humildade a voz do Senhor, animados pelo amor, nutridos com o alimento que Cristo nos oferece, continuemos a “pescar” com renovado ardor missionário.
Com Jesus, teremos a certeza de que a pesca será abundante…
Hoje, Cristo pergunta a mim e a você: “Tu me amas?” … mais do que os familiares, os trabalhos, os amigos, o esporte?…
Tenhamos a coragem de responder com sinceridade, como Pedro: “Senhor, tu sabes que te amo.”
Mons. José Maria Pereira


terça-feira, 5 de abril de 2016

FALECIMENTO





          Com muita tristeza registramos o falecimento da querida equipista SÔNIA MARIA FERNANDES FERREIRA DA SILVA, esposa do Fernando, da Equipe 16 (Setor Petrópolis). O sepultamento ocorreu hoje, às 16h, no Cemitério Municipal de Petrópolis, RJ.

         Nos solidarizamos com Fernando e sua família neste momento de dor, lembrando as sábias palavras de Padre Luiz Mello na oração que antecedeu ao sepultamento quando nos consolou afirmando que Jesus, ressuscitando, abriu um caminho novo para nós. Se passamos por momentos difíceis, por agonias ou inseguranças nesta vida, temos a certeza, não obstante, de uma vida eterna feliz ao lado Dele. Sônia, com certeza, contempla, agora, o Cristo e vive essa alegria.





domingo, 3 de abril de 2016

"Alegria do Senhor é nossa força!" (Ne 8, 10)

Rodrigo e Flávia, Roseli e Aguinaldo, Cida e Paulo

Foi uma experiência maravilhosa acolher em nossa casa dois casais equipistas do Setor Piabetá, por ocasião do EACRE/2016. 
Compartilhamos com eles como as Equipes de Nossa Senhora, tem feito a diferença em nossas vidas, e de como as ENS são uma família unida e compromissada com a espiritualidade conjugal.
Nossa Senhora do Amor Divino, rogai por nós!

Roseli e Aguinaldo
Equipe 02

Aniversário do SCE do Setor Itaipava, dia 02/03

Mons. José Maria Pereira ministrando palestra sobre o sacramento do matrimônio,
ECC Nogueira. 03/03/2016
Equipe 02, prestigiando nosso SCE. Comemoração do seu aniversário. Em ECC Nogueira.


Visita da Super-Região Brasil a Província Leste

Nosso Setor Itaipava esteve presente na visita da Super-Região Brasil à Província Leste.
Mais imagens...
Celebração eucarística, presidida pelo SCE da Província Leste, Frei Arthur 
CRSRB, Hermelinda e Arturo

Aguinaldo, Roseli e Janete. Nosso Setor Itaipava presente neste evento  

Casais equipistas da Província Leste

Nossa Região RIO II, como CSRB (ao centro) 


Obrigada Senhor, por mais este momento de convívio e alegria no nosso Movimento! 

Visita Super - Região Brasil à Província Leste

Padre Paulo Renato (SCE SRB) com Hermelinda e Arturo (CRSRB)
Com muita alegria ontem, dia 02/04/2016, participamos, juntamente com Marco Antonio e Janete, às 18 horas, na Casa de Retiros Regina Coeli, na Tijuca/RJ, da Celebração Eucarística com os casais equipistas da Província Leste, acolhendo o Colegiado da SRB. 
Após a celebração participamos de um momento de convivência com toda a Província que se fez presente e o Colegiado da Super-Região Brasil.
Belo momento de vida em equipe!

Reunião da Super Região Brasil na Província Leste, na cidade do Rio de janeiro-RJ. Centro de Formação e Espiritualidade Cabriniano entre 01 e 03/04